Brasil: média móvel tem queda, mas ainda supera 2,7 mil mortes diárias
País registrou mais de 3.829 mortes nas últimas 24 horas. O recorde foi ontem, quando o país perdeu 4.195 vidas para a Covid-19.
- Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
O Brasil contabilizou, nesta quarta-feira (7/4), média móvel diária de 2.751 óbitos por Covid-19, quantidade um pouco menor do que a registrada nessa terça-feira (2.757), quando o país bateu seu recorde de mortes registradas em 24 horas, com 4.195 óbitos.
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Foram 3.829 mortes e 92.625 novos infectados registrados nas últimas 24 horas em todo o país. Os dados são do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
No total, o Brasil já perdeu 340.776 vidas para a doença e computou 13.193.205 casos de contaminação.
Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.
Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.
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Média móvel
Acompanhar o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de morte ou de casos está longe do ideal. Isso porque eles podem ter variações diárias muito grandes, principalmente atraso nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum perceber redução significativa dos números.
Para diminuir esse efeito e produzir uma visão mais fiel do cenário, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa, então, representa a soma das mortes divulgadas em uma semana dividida por sete. O nome “móvel” é porque varia conforme o total dos óbitos dos sete dias anteriores.
*Fonte: Metrópoles
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