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Descubra qual é o som que pode indicar que uma pessoa tem menos de 24 horas de vida

Entenda por que esse som é reconhecido por médicos como um dos últimos sinais antes da morte e o que ele revela sobre o corpo.

Por michael

05/05/2025 às 15:07

estertor da morte

Foto: internet

Curiosidades – A morte, embora inevitável, é um tema que gera desconforto e curiosidade. Entre os sinais que marcam as horas finais de uma pessoa, o estertor da morte se destaca como um fenômeno intrigante. Esse som, descrito como um gorgolejo ou chiado úmido, aparece frequentemente nas últimas 24 horas de vida e, apesar de inquietante para quem o presencia, não causa sofrimento ao moribundo. Neste artigo, exploramos o que é o estertor da morte, suas causas, como lidar com ele e sua importância no processo natural do fim da vida.

O que causa o estertor da morte?

O estertor da morte surge quando o corpo começa a desligar suas funções vitais. Nesse estágio, os músculos da garganta e da boca perdem a capacidade de realizar ações reflexas, como engolir ou tossir. Como resultado, secreções como saliva e muco se acumulam nas vias respiratórias. Quando o ar passa por esses fluidos durante a respiração, ele gera um ruído característico, que pode variar de um ronco leve a um som mais úmido, semelhante a um estalido.

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Esse fenômeno é completamente natural e ocorre porque o organismo já não consegue eliminar essas secreções. Importante notar: a pessoa, nessa fase, geralmente está inconsciente ou em um estado de extrema fragilidade, sem perceber ou sentir desconforto com o som.

Quanto tempo resta após o estertor?

Estudos apontam que, após o início do estertor da morte, a expectativa de vida é, em média, de 24 a 25 horas. No entanto, esse período pode variar dependendo do estado geral do paciente e das condições de cuidado. Além do estertor, outros sinais podem surgir, como alterações na respiração, confusão mental ou momentos de agitação.

Curiosamente, nem todos os pacientes apresentam esse ruído. Pesquisas com pessoas em cuidados paliativos indicam que cerca de 40% dos indivíduos manifestam o estertor em algum momento, com 35% exibindo o som especificamente nas últimas 24 horas. Esses dados mostram que, embora comum, o estertor não é universal.

Como lidar com o estertor da morte?

Para familiares e cuidadores, o som do estertor pode ser emocionalmente desafiador. Felizmente, existem formas de minimizar o impacto do fenômeno e proporcionar mais conforto ao ambiente. Algumas medidas incluem:

  • Reposicionar o paciente: Colocar a pessoa de lado ou com a cabeça elevada pode ajudar a drenar as secreções, reduzindo o acúmulo na garganta.

  • Hidratação moderada: Manter os lábios e a boca úmidos com gaze umedecida melhora o conforto visual e físico, mas sem excesso para evitar mais secreções.

  • Intervenções médicas: Profissionais de saúde podem administrar medicamentos que diminuem a produção de muco ou usar dispositivos de sucção para limpar as vias respiratórias.

É essencial entender que o estertor não pode ser completamente eliminado, pois faz parte do processo natural de falência do organismo. As intervenções têm como objetivo principal aliviar a angústia de quem está acompanhando o paciente.

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Desmistificando o estertor da morte

O termo “estertor da morte” pode soar alarmante, mas o fenômeno é uma manifestação biológica, não um sinal de sofrimento. Profissionais de saúde, como médicos e enfermeiros, desempenham um papel crucial ao orientar as famílias sobre o que esperar, ajudando a dissipar medos e equívocos. Saber que o som não está ligado a dor ou asfixia permite que os acompanhantes vivenciem o momento com maior serenidade.

Outro ponto relevante é que o ambiente de cuidado pode influenciar a experiência. Pacientes em hospitais ou instituições de repouso tendem a ter um processo de transição mais monitorado, enquanto aqueles em casa podem vivenciar uma passagem mais rápida, embora isso varie caso a caso.

A importância de compreender o fenômeno

Assim como a respiração, a fome ou o sono são sinais do corpo ao longo da vida, o estertor da morte é uma expressão natural do organismo em sua etapa final. Compreender esse processo ajuda a desmistificar a morte e a reduzir os tabus que a cercam. Para as famílias, essa informação pode trazer conforto, permitindo que o foco esteja na despedida e na conexão emocional, em vez de no medo do desconhecido.

Profissionais de cuidados paliativos destacam que a educação sobre o estertor e outros sinais do fim da vida é uma ferramenta poderosa. Ela capacita as pessoas a enfrentarem o momento com mais preparo e tranquilidade, criando um ambiente de apoio para o paciente e seus entes queridos.

O estertor da morte é um fenômeno natural que marca o encerramento da vida, mas não deve ser fonte de medo. Entender suas causas e implicações permite que familiares e cuidadores lidem com o momento de forma mais informada e serena. Mais do que um sinal clínico, o estertor é um lembrete da complexidade do corpo humano e de sua capacidade de se comunicar, mesmo em seus instantes finais.

Ao normalizar conversas sobre a morte e seus processos, podemos transformar um tema difícil em uma oportunidade de aceitação e cuidado. Afinal, a ciência por trás do estertor da morte nos ajuda a enxergar a vida — e seu fim — com mais clareza e humanidade.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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A mente de uma criança com Transtorno do Espectro Autista pode ser associada a um quebra-cabeças. Parece difícil de entendê-la no primeiro momento. Porém, quando utilizamos a metodologia certa as tornamos fácil e percebemos que as dificuldades podem ser superadas.

Jorge Tertuliano

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