Especialistas testemunham perante legisladores que os EUA estão executando programas secretos de UAP
O debate sobre a existência de vida alienígena inteligente e os fenômenos anômalos não identificados (UAPs, na sigla em inglês) ganhou força nos Estados Unidos recentemente.

O debate sobre a existência de vida alienígena inteligente e os fenômenos anômalos não identificados (UAPs, na sigla em inglês) ganhou força nos Estados Unidos recentemente, quando especialistas testemunharam perante legisladores para discutir a possível existência de programas secretos de UAP operados pelo governo norte-americano. A audiência, realizada pelo Comitê de Supervisão da Câmara, trouxe declarações de figuras notáveis em defesa da transparência governamental sobre o tema e na busca por respostas sobre o que realmente acontece nos céus da Terra.
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Audiência sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados: Transparência e Segurança Nacional
A audiência, intitulada “Fenômenos Anômalos Não Identificados: Expondo a Verdade”, abordou diversas questões que frequentemente envolvem teorias de conspiração e debates sobre transparência governamental. Em março deste ano, o Pentágono divulgou um relatório afirmando que não encontrou provas conclusivas da existência de naves extraterrestres. Mesmo assim, a audiência trouxe à tona testemunhos de quatro especialistas que sugerem que o governo dos EUA possui informações confidenciais sobre UAPs que não foram tornadas públicas.
Os Testemunhos: Relatos e Declarações sobre UAPs
- Tim Gallaudet, Contra-Almirante Aposentado da Marinha dos EUA
Gallaudet testemunhou que sua experiência com UAPs começou em 2015, durante um exercício naval na costa leste dos EUA. Ele afirmou que recebeu um e-mail contendo o famoso vídeo “Go Fast”, no qual sensores de um jato da Marinha capturaram um objeto exibindo características de voo inéditas, que “não se assemelham a nada no arsenal dos EUA”. No entanto, o e-mail desapareceu misteriosamente da sua conta e de outros destinatários, deixando o relato sem documentação oficial. - Luis Elizondo, Ex-Diretor de Programas do Departamento de Defesa
Ex-oficial do Programa de Identificação Avançada de Ameaças Aeroespaciais, Elizondo afirmou que uma corrida armamentista secreta envolvendo UAPs está em andamento no cenário global. Em seu depoimento, Elizondo declarou que “os UAPs são reais” e que tecnologias avançadas, que não foram produzidas por nenhum governo conhecido, monitoram áreas militares estratégicas ao redor do mundo. Segundo ele, os EUA possuem alguns desses artefatos, o que leva a questionamentos sobre a origem e os possíveis impactos dessas tecnologias para a segurança nacional. - Michael Gold, Ex-Administrador Associado da NASA
Gold enfatizou a necessidade de romper com o estigma que ainda impede discussões científicas sobre UAPs. Ele defendeu que a NASA e outras agências tenham mais recursos para investigar fenômenos anômalos de forma abrangente, já que, segundo ele, a maioria dos registros é feita por câmeras de celulares e sensores militares. Gold acredita que “a verdade está lá fora”, e é preciso coragem para enfrentá-la. - Michael Shellenberger, Fundador da Public
Shellenberger apresentou um relatório com uma longa linha do tempo de registros de UAPs, de 1947 a 2023. Segundo ele, o governo dos EUA opera um programa secreto chamado “Constelação Imaculada”, que utiliza alta tecnologia para capturar dados de UAPs. Um exemplo incluído em seu testemunho detalha um episódio em que um avião F-22 se deparou com UAPs orbitando e teve sua trajetória interceptada. Shellenberger pediu transparência e defendeu que a Casa Branca e o Congresso adotem legislações para garantir que todas as informações sobre UAPs sejam compartilhadas com o público.
Questões Sensíveis: Programas de Recuperação de UAPs e Engenharia Reversa
Durante a audiência, a deputada Nancy Mace questionou Elizondo sobre a existência de programas de recuperação de UAPs e engenharia reversa. Elizondo confirmou a existência desses programas, mas ressaltou que há um forte controle de sigilo e limitações legais para discutir detalhes em audiências públicas. Ele sugeriu que mais informações poderiam ser compartilhadas em uma sessão fechada. Para ele, a capacidade dessas tecnologias é um mistério e, caso sejam de origem adversária, representam uma falha de inteligência com grandes proporções.
Impacto na Pesquisa e o Apelo pela Transparência
Os especialistas argumentaram que o governo deve reduzir o estigma associado aos UAPs, incentivando que mais pessoas relatem suas experiências. A centralização das informações sobre UAPs tem sido uma iniciativa recente nos EUA. Em 2022, foi criado o All-domain Anomaly Resolution Office (AARO), que coleta relatos de fenômenos não identificados reportados por militares e pela Administração Federal de Aviação. No entanto, ainda não há um canal específico para que o público registre oficialmente suas observações.
Histórico e Documentação de UAPs nos EUA
Desde a criação do famoso Projeto Blue Book, da Força Aérea dos EUA, em 1947, o governo norte-americano manteve registros detalhados sobre fenômenos aéreos não identificados. Muitos desses documentos foram recentemente disponibilizados, embora parte significativa das investigações originais do projeto tenha sido arquivada, com 701 casos permanecendo “não identificados”.
Conclusão: Um Novo Capítulo na Investigação de UAPs
A audiência representou um passo importante para a abertura e transparência em relação aos fenômenos anômalos não identificados. Com relatos de especialistas e testemunhas apontando para a existência de programas secretos, resta a expectativa de que as agências governamentais ampliem seus esforços para desvendar o que ainda permanece um mistério para a ciência e a segurança nacional. Sejam fenômenos naturais ou tecnologias avançadas, o apelo por mais informações e clareza sobre os UAPs só cresce, incentivando um debate contínuo e mais pesquisas.
Referência: npr.org
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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