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Mary Bell: a chocante história da serial killer de apenas 11 anos

Os atos sombrios de uma infância perdida.

  • Por AM POST

  • 24/10/2023 às 10:23

  • Leitura em dois minutos

serial killer

A chocante história da serial killer de apenas 11 anos – Foto: Public Domain)

Curiosidades- O mundo do crime muitas vezes nos surpreende com histórias que desafiam nosso entendimento sobre a natureza humana. E, certamente, uma das narrativas mais chocantes é a de Mary Bell, uma menina britânica que se tornou uma serial killer ainda na infância.

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A Infância Conturbada de Uma Serial Killer

Nascida em 1957 em Newcastle, Inglaterra, Mary Bell cresceu em um ambiente de abusos e negligência. Sua mãe, uma prostituta, frequentemente a sujeitava a maus-tratos e a situações de extremo perigo, expondo-a desde cedo a experiências traumatizantes. Esse background trouxe questionamentos sobre até que ponto as circunstâncias de sua criação podem ter influenciado seus atos posteriores.

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Os Crimes Que Chocaram a Inglaterra

Em 1968, com apenas 10 anos de idade, Mary cometeu seu primeiro assassinato. A vítima, Martin Brown, tinha apenas 4 anos. Meses depois, ela e uma amiga, Norma Bell (sem parentesco), estrangularam Brian Howe, de 3 anos. Este crime em particular revelou a frieza e a crueldade da jovem serial killer: após a morte do garoto, Mary mutilou seu corpo com tesoura, deixando marcas que só seriam descobertas na autópsia.

O que torna a história de Mary Bell ainda mais perturbadora é a forma como ela lidou com os assassinatos. Pouco após o primeiro crime, ela e Norma chegaram a invadir uma creche local, deixando bilhetes que clamavam responsabilidade pelo ato – uma atitude que evidencia não apenas a ausência de remorso, mas uma possível busca por reconhecimento.

Julgamento e Vida Posterior

Quando as autoridades finalmente conectaram Mary aos crimes, o julgamento tornou-se um dos mais polêmicos da história britânica. Como lidar com uma serial killer tão jovem? A justiça decidiu interná-la em uma instituição para delinquentes juvenis. Em 1980, com 23 anos, Mary Bell ganhou liberdade condicional e, para proteger sua identidade e a de sua filha, nascida em 1984, recebeu um novo nome.

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Conclusão

O caso de Mary Bell desperta uma série de questões sobre natureza versus criação, responsabilidade penal e os limites da redenção. Sua história, além de um mergulho sombrio na psique humana, serve como um lembrete constante de que o mal pode surgir onde menos esperamos. Mesmo décadas depois, a memória de seus crimes permanece viva, e seu nome é frequentemente citado quando o assunto é a mente de uma serial killer.

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