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Os crimes chocantes de Kim Jong-un: assassinatos, exploração de menores e vigilância extrema

Relatos e evidências revelam como o líder norte-coreano mantém o poder através de repressão, medo e violações graves dos direitos humanos.

Por michael

03/06/2025 às 12:45

Os crimes chocantes de Kim Jong-un

Foto: wikemedia

Kim Jong-un, líder supremo da Coreia do Norte desde 2011, governa um regime autoritário marcado por violações de direitos humanos e controle extremo sobre a população. Sob seu comando, o país mantém um sistema de vigilância onipresente e repressão severa, com atos que chocam a comunidade internacional. Este artigo explora algumas das maiores perversidades atribuídas a Kim Jong-un, com base em relatórios confiáveis, como os da ONU e da BBC, destacando a repressão, execuções e manipulação da sociedade norte-coreana.

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1. Execuções e expurgos brutais

Kim Jong-un é conhecido por ordenar a execução de pessoas próximas, incluindo familiares e altos oficiais, para consolidar seu poder. Um dos casos mais notórios foi a execução de seu tio, Jang Song-thaek, em 2013, acusado de corrupção e traição. Relatos indicam que ele foi morto de forma brutal, possivelmente por fuzilamento, diante de aliados do regime. Outros 140 oficiais de alto escalão teriam sido executados por motivos como desrespeito ou ideias contrárias ao governo, incluindo o ex-ministro da Defesa, Hyon Yong-chol, morto em 2015 por supostamente dormir em um evento de Kim.

Além disso, há suspeitas de que Kim ordenou o assassinato de seu meio-irmão, Kim Jong-nam, em 2017, no aeroporto da Malásia, usando o agente nervoso VX, uma arma química. Essas ações mostram um padrão de eliminação de qualquer ameaça percebida ao seu governo.

2. Vigilância digital e manipulação da linguagem

A investigação da BBC sobre um smartphone contrabandeado da Coreia do Norte revelou um sistema de vigilância digital invasivo. Os aparelhos tiram capturas de tela automáticas a cada cinco minutos, armazenadas em pastas secretas acessíveis apenas às autoridades. Além disso, o celular corrige palavras automaticamente, substituindo termos como “Coreia do Sul” por “estado fantoche” e “oppa” (termo carinhoso sul-coreano) por “camarada”, reforçando a propaganda estatal. Essa manipulação limita a liberdade de expressão e molda a percepção dos cidadãos.

3. Punições severas por consumir cultura externa

O regime de Kim Jong-un proíbe rigorosamente influências externas, especialmente da Coreia do Sul. Em 2022, um jovem de 22 anos foi executado publicamente na província de Hwanghae por ouvir músicas sul-coreanas e compartilhar filmes. Outro caso envolveu dois adolescentes condenados a 12 anos de trabalhos forçados por assistirem a séries sul-coreanas. Essas punições, que podem incluir prisão perpétua ou pena de morte, visam bloquear qualquer ideia que desafie a narrativa do regime.

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4. “Esquadrão do prazer” e exploração de menores

Relatos de desertores, como Yeonmi Park, apontam que Kim Jong-un mantém um “esquadrão do prazer” (Kippumjo), uma prática iniciada por seu avô, Kim Il-sung. Esse grupo, composto por cerca de 2.000 jovens, algumas com apenas 13 anos, seria selecionado para oferecer serviços sexuais a altos funcionários do regime. As meninas, muitas vezes retiradas de escolas, passam por exames invasivos para confirmar sua “pureza”. Essa prática, se verdadeira, representa uma grave violação dos direitos humanos, especialmente contra menores.

5. Luxo em meio à fome generalizada

Enquanto a população norte-coreana enfrenta crises de fome — com 40% das pessoas em risco de insegurança alimentar em 2019, segundo a ONU — Kim Jong-un gasta cerca de US$ 600 milhões anuais em itens de luxo, como caviar iraniano, carne kobe japonesa e champanhe Cristal. Esse contraste entre a miséria do povo e o estilo de vida extravagante do líder é agravado pelo desvio de recursos para programas nucleares e militares, em vez de agricultura ou habitação.

6. Campos de prisioneiros e violações de direitos humanos

Kim Jong-un mantém campos de prisioneiros políticos, conhecidos como kwanliso, onde dezenas de milhares de pessoas, incluindo famílias inteiras, são submetidas a trabalhos forçados, tortura e execuções. Um relatório de 2014 da ONU sugeriu que o líder poderia ser julgado por crimes contra a humanidade devido às condições desumanas nesses campos. A repressão se estende à população geral, que vive sob controle rígido, sem acesso a informações externas ou liberdade de movimento.

Por que essas práticas persistem?

O regime de Kim Jong-un depende de um culto à personalidade e da manipulação da informação para manter o controle. Como explica Martyn Williams, especialista em tecnologia norte-coreana, grande parte da narrativa em torno da família Kim é fabricada, e o controle digital e físico é essencial para sustentar essa mitologia. A proibição de conteúdos externos e a vigilância constante impedem que os cidadãos questionem o governo, enquanto punições severas servem como exemplo para desencorajar dissidência.

As perversidades atribuídas a Kim Jong-un, desde execuções de familiares até a exploração de menores e vigilância digital, revelam um regime que prioriza o controle absoluto acima dos direitos humanos. Essas práticas, documentadas por fontes como a BBC, a ONU e relatos de desertores, mostram o impacto devastador de um governo autoritário na vida de milhões de norte-coreanos. Entender esses abusos é crucial para refletir sobre a importância da liberdade e da dignidade humana.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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