Os últimos momentos de Amy Bradley: jovem desaparecida em cruzeiro há décadas
Mistério permanece há mais de 27 anos após jovem sumir a bordo de navio no Caribe

Os últimos momentos de Amy Bradley: jovem desaparecida em cruzeiro há décadas – Foto: freepik
Curiosidades – Em 24 de março de 1998, Amy Lynn Bradley, de 23 anos, desapareceu enquanto viajava com a família a bordo do navio de cruzeiro Rhapsody of the Seas, da Royal Caribbean. O desaparecimento ocorreu entre Aruba e Curaçao e permanece um dos casos mais enigmáticos e não solucionados da última década.
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Amy havia acabado de formar-se em educação física e estava planejando uma nova fase da vida — incluindo mudar-se para um apartamento próprio e iniciar um mestrado. A passagem da jovem por pouco ficou marcada por ansiedade: ela tinha receio do oceano, apesar de ser nadadora experiente.
Último registro antes do desaparecimento
Na madrugada do desaparecimento, Amy e o irmão, Brad, passaram a madrugada na discoteca do navio. Ao voltarem para a cabine, Brad foi dormir por volta das 3h45 da madrugada. Amy decidiu permanecer na varanda para buscar ar fresco. Seu pai, Ron, a viu por volta das 5h30 sobre uma espreguiçadeira. Cerca de meia hora depois, quando Ron acordou novamente, ela já não estava mais lá — sem sapatos, sem dinheiro e sem qualquer sinal de despedida ou bilhete.
Busca imediata e ausência de vestígios
A família solicitou à tripulação que impedisse o desembarque dos passageiros e não fosse abaixada a passarela do navio. No entanto, sem aviso público aos demais hóspedes, muitos desembarcaram em Curaçao poucas horas depois, comprometendo uma resposta imediata. As buscas começaram em alto mar com apoio da Guarda Costeira das Antilhas Holandesas, durando quatro dias. Nenhum vestígio de Amy foi encontrado.
Teorias e relatos tentadores
A investigação envolveu o FBI, que rastreou possíveis pistas ao longo dos anos, incluindo:
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relatos de pessoas que afirmaram ver Amy em Curaçao após o sumiço, em uma praia ou em um bordel, algumas combinando tatuagens que ela tinha;
a análise de um vídeo capturado no navio, em que Amy aparece dançando com um músico da banda, o último registro visual dela antes do desaparecimento;
suspeita de envolvimento do músico, que passou por exame de polígrafo e foi entrevistado, mas não houve evidência suficiente para vinculá-lo ao caso;
acessos recorrentes ao site da família em datas significativas, vindos de IPs em Curaçao e Barbados, alimentando a esperança de que Amy ainda esteja viva e acompanhando a busca.
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Documentário reacende esperança
Segundo o Portal Aventuras na história, em julho de 2025, foi lançada uma série documental que revisita o caso com vozes da família, autoridades do FBI e testemunhas suspeitas. A produção apresenta teorias envolvendo tráfico humano e explora as falhas no atendimento inicial da tripulação. Para a família Bradley, a ausência de qualquer corpo e a permanência de indícios reforçam que Amy não desapareceu por escolha própria.
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Mesmo após quase três décadas, o mistério permanece sem solução, e a família mantém a esperança de encontrar respostas e encerrar essa história pendente com dignidade e justiça.
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Por: Mayara Leite – Estudante de Jornalismo.
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