A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Curiosidades

Seres vivos emitem luz que desaparece com a morte, revela estudo

Os organismos vivos produzem uma luz ínfima, detectável apenas com instrumentos ultrassensíveis.

Por michael

26/05/2025 às 10:44 - Atualizado em 26/05/2025 às 10:45

Seres vivos emitem luz que desaparece com a morte, revela estudo

Curiosidades – Uma luz imperceptível emana dos seres vivos, desaparecendo com a morte. Essa descoberta, publicada na The Journal of Physical Chemistry Letters, abre novas perspectivas sobre os mecanismos biológicos fundamentais.

Pesquisadores canadenses mediram essa Emissão de Fótons Ultrafracos (EFU) em ratos e plantas. Seus trabalhos confirmam que esse fenômeno, ligado à atividade celular, diminui após a morte. Trata-se de uma pista promissora para o diagnóstico médico e a pesquisa em biologia.

PUBLICIDADE

Uma luz ligada à vida: como funciona a emissão de fótons ultrafracos

Os organismos vivos produzem uma luz ínfima, detectável apenas com instrumentos ultrassensíveis. Essa EFU resulta de reações bioquímicas envolvendo reagentes do oxigênio.

Nos ratos, os pesquisadores mediram uma emissão de fótons enquanto os animais estavam vivos, com picos detectáveis nas patas e na cabeça. Após a morte, essa luminosidade caiu mais de 90% em alguns minutos, restando apenas um fraco sinal residual nas antigas zonas ativas.

Para as plantas, testes precisos revelaram que danos físicos, como cortes, ou químicos, como a exposição a agentes oxidantes, provocavam um aumento imediato da emissão luminosa. As folhas de Arabidopsis thaliana mostraram uma intensidade até três vezes maior nas áreas danificadas, com persistência do sinal por quase 16 horas após a lesão.

Essas observações sugerem uma ligação direta entre a EFU e o metabolismo celular. Os pesquisadores utilizaram câmeras CCD e EMCCD para capturar esses fótons. Os resultados indicam que a EFU poderia servir como um indicador de vitalidade ou estresse fisiológico.

Aplicações potenciais: diagnóstico médico e manejo agrícola

A EFU oferece um método não invasivo para estudar o estado dos tecidos vivos. Na medicina, poderia ajudar a detectar precocemente lesões ou desequilíbrios metabólicos, abrindo caminho para diagnósticos mais rápidos e menos agressivos.

PUBLICIDADE

Nas plantas, as áreas danificadas emitem mais luz, revelando sua resposta ao estresse. Essa técnica poderia otimizar o manejo das culturas, ao identificar rapidamente sinais de sofrimento ou infecção.

As próximas pesquisas deverão focar no entendimento das variações da EFU conforme os tipos de estresse. Contudo, sua utilização em clínica humana ainda exige validações adicionais e padronização dos métodos.

O que é a emissão de fótons ultrafracos (EFU)?

A EFU designa uma luz extremamente fraca emitida por células vivas, resultante de reações químicas associadas à atividade metabólica e ao estresse celular.

Embora muito fraca para ser visível a olho nu, essa emissão pode ser medida com tecnologias adequadas. Sua intensidade varia conforme a saúde e o metabolismo do organismo, funcionando como uma espécie de “assinatura luminosa” da vida.

Por que essa descoberta é importante para a ciência?

A EFU pode se tornar uma ferramenta de diagnóstico precoce na medicina, permitindo visualizar o estresse celular sem recorrer a métodos invasivos, como biópsias.

Na agronomia, poderá ajudar a monitorar a saúde das plantas, identificando rapidamente sinais de estresse hídrico, infecções ou outras ameaças. Além disso, seu estudo aprofundado pode esclarecer mecanismos biológicos ainda pouco compreendidos, como a comunicação entre células.

Essa descoberta também levanta uma questão fascinante: até que ponto outros fenômenos biológicos invisíveis podem estar relacionados à luz emitida pela vida?

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O autismo não limita as pessoas. Mas o preconceito sim, ele limita a forma com que as vemos e o que achamos que elas são capazes.

Letícia Butterfield

Últimas notícias

Esporte

Protestos e confrontos marcam abertura da Copa do Mundo na Cidade do México

Movimentos sociais aproveitaram a visibilidade do Mundial para denunciar problemas sociais e cobrar respostas das autoridades mexicanas.

há 17 minutos

Polícia

Investigação revela esquema usado por quadrilha para invadir condomínios em Manaus

Investigação apontou divisão de tarefas entre os suspeitos e revelou como informações obtidas dentro de condomínios eram utilizadas para planejar os crimes.

há 40 minutos

Manaus

Carro colide contra mureta e deixa duas pessoas feridas na zona leste de Manaus

Veículo ficou completamente destruído após acidente nas proximidades da Bola do Produtor.

há 1 hora

Caiu na rede é post!

Abertura da Copa do Mundo vira meme e internautas comparam espetáculo a Parintins

Apresentação com referências às civilizações indígenas mexicanas levou internautas a associarem o espetáculo ao tradicional Festival Folclórico de Parintins.

há 1 hora

Brasil

Lula bloqueia R$ 24 bilhões do Orçamento e atinge programas sociais, saúde e Defesa

Entre os programas mais afetados está o Minha Casa, Minha Vida.

há 1 hora