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Vinte anos depois: por onde andam os primeiros sétuplos sobreviventes do mundo

O nascimento que fez história

Por michael

13/08/2025 às 14:29 - Atualizado em 13/08/2025 às 14:30

sétuplos McCaughey

Vinte anos depois: por onde andam os primeiros sétuplos sobreviventes do mundo – Foto: imagem gerada por inteligência artificial

Curiosidades – Em novembro de 1997, Bobbi e Kenny McCaughey, de Iowa (EUA), receberam a notícia que mudaria suas vidas e marcaria a medicina: Bobbi estava grávida de sete bebês. Após um tratamento de fertilidade com o medicamento Metrodin, o casal descobriu, no sexto ultrassom, sete corações batendo. A gestação trouxe riscos altíssimos, mas a determinação da mãe e o acompanhamento médico possibilitaram um feito inédito, todos os bebês nasceram vivos e sobreviveram.

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Com apenas 30 semanas de gravidez, a barriga de Bobbi já media 140 cm de circunferência. Em 19 de novembro de 1997, via cesariana, nasceram Kenneth Robert, Alexis May, Natalie Sue, Kelsey Ann, Brandon James, Nathan Roy e Joel Steven, tornando-se o primeiro conjunto de septuplets sobreviventes da história.

A infância sob os holofotes

Nos primeiros meses, os sete ficaram internados no hospital. Em casa, a rotina era intensa: 42 mamadeiras e até 70 fraldas por dia. A família ganhou uma casa de sete quartos, doada por uma construtora, e se tornou símbolo de superação e união.

Cresceram sob atenção mundial, mas com uma vida familiar estruturada. Apesar da exposição, Bobbi e Kenny mantiveram uma educação pautada em disciplina, fé e companheirismo.

A vida adulta dos septuplets

Segundo o Portal Mistérios do Mundo, em 2022, já com 25 anos, os irmãos concederam entrevista coletiva revelando seus caminhos. Quatro deles e a irmã mais velha Mikayla estão casados, e juntos já têm quatro filhos. As carreiras variam entre área militar, saúde, tecnologia, educação infantil e relações públicas. Alexis e Nathan nasceram com paralisia cerebral, mas levam vidas independentes e produtivas.

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A casa de sete quartos foi doada para uma instituição que acolhe mães jovens, mas a família mantém laços fortes. Reuniões cheias de nostalgia e até uma música-tema da infância ajudam a manter viva a memória da juventude compartilhada.

Veja também: Gêmeos siameses nascem unidos por osso da coluna no Paraná

Por: Mayara Leite – estudante de jornalismo

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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