Amazonas é o Estado mais afetado com o desemprego na área de serviços, diz IBGE
Queda no volume de serviços no AM foi de 16,3%, o maior percentual entre as 21 regiões pesquisadas.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revelaram que, no período de março de 2015 a março deste ano, o setor de serviços sofreu queda de pelo menos 16,3% no Amazonas. O maior percentual entre as 21 regiões pesquisadas. Essa área abrange serviços diversos como transporte, alimentação, turismo, telecomunicações, alojamento, informação, comunicação, tecnologia, comércio, e costuma ser uma opção para os que sofrem com o crescimento do desemprego, que já atinge cerca de R$ 11 milhões de pessoas em todo o país.
O setor de serviços responde por mais de dois terços do PIB. Na comparação entre março de 2015 e março de 2016, as 21 regiões pesquisadas pelo IBGE registraram quedas entre o mínimo de 3,5% (Acre) e o máximo de 16,3% (Amazonas). Em Pernambuco, Paraíba, Maranhão e Amapá o recuo superou 10%. Em São Paulo foi de 6,3%, acima da média, e no Rio foi de 3,6%, abaixo da média. Escaparam somente Tocantins, Roraima, Rondônia, Distrito Federal, Ceará e Alagoas.
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