Amazonas também será beneficiado com desoneração da folha de pagamento de setores da economia, diz deputado

Prorrogação dos incentivos até o final de 2021 permitirá a recuperação da economia e a geração de empregos no pós-pandemia.

Redação AM POST

A aprovação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia foi comemorada pelo deputado estadual Delegado Pablo (PSL). Ele usou as redes sociais para explicar que a prorrogação dos incentivos até o final de 2021 permitirá a recuperação da economia e a geração de empregos no pós-pandemia.

De acordo com o deputado, o Amazonas será beneficiado com a decisão do Congresso Nacional em desonerar a folha de pagamento, beneficiando principalmente os trabalhadores dos setores de tecnologia e da construção civil.

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“O Brasil não pode ficar paralisado, principalmente neste período de recuperação da economia no pós-pandemia”, afirmou Pablo. “Reduzir os encargos sobre a folha de pagamento ajuda a economia nacional e a manter os empregos”, acrescentou.

Segundo a Receita Federal, entre 2012 e 2019 o governo abriu mão de arrecadar R$ 113,6 bilhões com a desoneração. Para 2020, a estimativa é de uma renúncia de R$ 10,5 bilhões.

Por este motivo, setores do governo defendiam o fim dos benefícios, que legalmente terminariam dia 31 de dezembro deste ano. Com a união dos deputados federais e senadores, a desoneração foi mantida até o final de 2021.

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Na Câmara dos Deputados, 430 parlamentares votaram a favor da prorrogação, e apenas 33 contra.

Com a medida, os setores de construção civil, call center e comunicação, têxtil, de calçados, de máquinas, serviços de tecnologia e empresas da área de transporte rodoviário coletivo de passageiros pagarão menos encargos sobre a folha de pagamento.

A norma autoriza que as empresas contribuam para a Previdência Social com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre a receita bruta ao invés de recolher 20% sobre a folha de pagamento.

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A estimativa é que a medida proteja mais de 6,5 milhões de empregos em todo País. “Nós estamos numa pandemia. O Brasil está perdendo muitas vidas, por isso não podemos correr o risco de perder empregos”, completou Pablo.