Greve dos rodoviários pode gerar demissão em massa no comércio de Manaus
Centros comerciais tem sido prejudicados com a não circulação da frota de ônibus do transporte público na cidade.
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O presidente da Câmara de Dirigentes e Lojistas de Manaus (CDL Manaus), Ralph Assayag, demonstrou preocupação com o risco de demissões em massa no comércio da capital devido a greve dos rodoviários e a não circulação da frota de ônibus do transporte público na cidade que tem causado a redução de consumo nos centros comerciais.
“A gente entra num feriado, onde poderia ter feito uma boa venda porque estariam tanto os trabalhadores da indústria como os de órgãos públicos liberados para poderem fazer suas compras. De repente, por uma situação dos ônibus, nós somos sacrificados mais uma vez de não poder levar o cliente nas lojas. Com isso as vendas caem, e com isso a preocupação nossa de voltar às demissões”, comentou o presidente da CDL Manaus.
A greve deve continuar nesta semana. De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus (STTRM), Givancir Oliveira, 70% da frota de ônibus vai continuar paralisada devido a falta de êxito na reunião que a categoria teve ontem (1º) com a Prefeitura de Manaus e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram).
Assayag também fez críticas ao modo escolhido pelos rodoviários para realizar a paralisação.“Eles têm que pensar primeiro que esse tipo de greve já é do passado, que eles precisam encontrar outra maneira que não prejudique a população e outros trabalhadores também”, reclamou.
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