Bolsonaro afirma que vai respeitar resultado das urnas: ‘Quem tiver mais voto, leva’
Candidato à reeleição fez a afirmação logo após o último debate entre ele e o Lula, candidato do PT à Presidência.
- Foto: Reproduçao
Redação AM POST*
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Logo após o último debate entre presidenciáveis do 2º turno, na TV Globo, o presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL) garantiu em entrevista que irá respeitar o resultado das urnas na eleição deste domingo (30) que disputa com o candidato petista, Lula.
“Quem tiver mais voto, leva. Isso é a democracia”, garantiu o candidato à reeleição.
Bolsonaro chegou ao debate acompanhando de seus principais assessores de campanha, entre eles o senador eleito Sérgio Moro (União-PR), que só entrou na campanha no segundo turno. Também estavam Fabio Wajngarten e o ministro das Comunicações, Fabio Faria. Ambos xarás protagonizaram desavenças na sexta-feira, quando Wajngarten usou uma rede social para afirmar que a campanha de Bolsonaro jamais cogitou pedir o adiamento da eleição.
“A campanha do presidente Bolsonaro jamais cogitou pedir adiamento da eleição”, escreveu Wajngarten, no Twitter. “Tudo o que fizemos foi denunciar um gravíssimo prejuízo à nossa campanha e solicitar a reposição das inserções que nos foram tiradas injustamente, como o ministro Faria disse.”
O coordenador de campanha se referiu a uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo que informava que o ministro Fábio Faria, das Comunicações, se arrependia de ter convocado uma coletiva de imprensa sobre as inserções do presidente nas rádios do Norte e Nordeste.
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“A falha era do partido, que percebeu o problema tardiamente, e não do tribunal”, explicou Fábio Faria. “Como havia pouco tempo para o Tribunal Superior Eleitoral fazer uma investigação mais aprofundada, eu iniciei um diálogo com o tribunal em torno do assunto.”
As divergências entre os coordenadores iniciou na segunda-feira 27, quando Wajngarte e Faria convocaram a imprensa para denunciar que algumas rádios no Norte e no Nordeste não estavam veiculando suas inserções (propagandas eleitorais) no segundo turno. Seriam cerca de 154 mil inserções que deixaram de ser veiculadas.
*Com informações da Revista Oeste
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