Veja vídeo: Bolsonaro detona Omar Aziz e Lula durante comício em Manaus
Mandatário lembrou que o senador teve familiares presos pela Polícia Federal.
Redação AM POST
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O presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, participou de um comício nesta quinta-feira (22) em Manaus e aproveitou para criticar o senador Omar Aziz (PSD), que é candidato a reeleição e aliado de seu adversário político, candidato Lula (PT), a quem chamou de “ladrão de nove dedos”.
Bolsonaro lembrou que Omar Aziz teve familiares presos pela Polícia Federal no desdobramento da Operação Maus Caminhos, que apurou desvios da ordem de R$ 260 milhões da saúde pública do Estado.
Ao defender a candidatura de Coronel Menezes (PL) ao Senado, o presidente relacionou, sem citar nomes, Omar Aziz que é o adversário de seu aliado, a uma acusação de pedofilia. Então vice-governador (em 2004), Aziz estava entre as cerca de 200 pessoas que foram alvo de pedido de indiciamento pela CPI que investigou a exploração sexual de criança — seu nome, porém, foi retirado do relatório final da comissão.
Para o presidente, o próximo dia 2 de outubro, data do primeiro turno das eleições, será um “divisor entre a ordem e o progresso e a desordem e o vale-tudo para o lado de lá”.
“Nós sabemos o que está em jogo no dia 2 de outubro. De um lado quem quer censurar a mídia e aqui quem defende a liberdade de imprensa. Para eles os valores familiares são coisa do passado, do lado daqui tem alguém que defende a família como a base da sociedade. Lá é alguém que diz que a propriedade privada não vale e aqui quem a defende com unhas e dentes. Lá o cara quer as drogas e aqui quem não vai liberá-las. Aqui quem respeita a vida desde a concepção e lá quem é a favor do aborto. Há uma diferença enorme entre nós”, afirmou.
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No evento, ele voltou a pedir para que os apoiadores conversem “com aqueles que pensam diferente” para mudar votos a favor de sua chapa.
“Peço a vocês, mais do que votar, […] conversem com aqueles que pensam diferente para mudar o seu posicionamento para o lado correto. Não queremos que amanhã aconteça com o Brasil o que atualmente acontece com a Venezuela”, disse.
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