Marcelo Ramos acredita que pode ser apoiado por Omar e Braga ainda no 1º turno da disputa para prefeitura de Manaus
Atualmente, ambos os senadores estão apoiando a reeleição do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante).
- Foto: Reprodução
O pré-candidato a prefeito de Manaus, Marcelo Ramos (PT), revelou a possibilidade de receber apoio dos senadores Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB) ainda no primeiro das disputa eleitoral. Atualmente, ambos os parlamentares estão apoiando a reeleição do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante). Em uma entrevista à Rede Onda Digital nesta sexta-feira (05/07) Ramos destacou a imprevisibilidade da política e as mudanças que podem ocorrer até o pleito.
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Ao ser questionado sobre possibilidade de união com David Almeida, Marcelo Ramos expressou otimismo sobre o apoio dos senadores, mesmo no primeiro turno das eleições. “Eu acho que há possibilidade, ainda no primeiro turno, dos senadores Omar e Eduardo Braga me apoiarem. Tem muita coisa para acontecer até o dia da eleição. Agora é que as coisas vão começar a afunilar”, afirmou.
Ramos utilizou as eleições municipais de 2016 como exemplo da volatilidade política. Ele relembrou os acontecimentos improváveis daquele ano, destacando as alianças e reviravoltas que marcaram o período. “Gosto de resgatar a história porque a história diz muito. Na última semana das convenções partidárias de 2016, o senador Eduardo era o maior inimigo do prefeito Arthur Neto e o candidato dele era o Marcos Rotta, segundo nas pesquisas eu era o terceiro. O Josué Neto era o nome do senador Omar para compor a chapa majoritária e era o vice do Arthur Neto. O Wilson Lima era o meu vice escolhido na convenção. Na data da convenção, o Marcos Rotta virou vice do Arthur, o Josué virou meu vice e o Wilson me apoiou sem ser candidato”, relembrou.
O pré-candidato também comentou sobre a dificuldade da direita em se organizar para as eleições municipais de 2024 em Manaus. “Política é conversa. Agora, onde tá muito difícil a unificação, é no campo bolsonarista”, afirmou Marcelo. Ele destacou a crise de identidade e a falta de unificação entre os candidatos bolsonaristas. “Dos oito candidatos que se apresentaram até o momento, seis são bolsonaristas e enfrentam uma crise de identidade e unificação.”
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