Augusto Cury lança pré-candidatura à Presidência da República em Manaus
Escritor e psiquiatra cumpriu agenda do Avante ao lado de lideranças do partido no Amazonas.
- Foto: Denivaldo Oliveira/Portal AM POST
Resumo
O pré-candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, participou de um ato político em Manaus nesta quinta-feira (4). Durante a agenda, o escritor e psiquiatra falou sobre o cenário político nacional, criticou o radicalismo entre apoiadores e defendeu a importância da autocrítica entre lideranças.
Notícias das eleições 2026 O pré-candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, participou nesta quinta-feira (4) de um ato político em Manaus ao lado de lideranças da sigla. Durante a agenda, o escritor e médico psiquiatra apresentou ideias para o país, comentou o cenário político nacional e afirmou que os maiores inimigos de um líder podem estar entre seus próprios apoiadores.
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O evento reuniu o pré-candidato ao Governo do Amazonas, David Almeida, o prefeito de Manaus, Renato Junior, e o presidente nacional do Avante, Luis Tibé.
David aproveitou discurso para elogiar Augusto Cury. “Eu, por começar a entender, começar a ver, pesquisando, vejo que não é você, Augusto, que precisa da Presidência da República; é a Presidência da República que precisa de um homem capaz como você, de um homem que tem conhecimento para conduzir os rumos deste País“, declarou.
Visita marca lançamento político no Amazonas
A passagem de Augusto Cury por Manaus faz parte da estratégia de divulgação de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto para as eleições de 2026.
Além de entrevistas coletivas, o pré-candidato realizou encontros políticos e visitas a setores considerados importantes para a economia amazonense. Durante a agenda, também elogiou a gestão de David Almeida e reforçou a necessidade de novas discussões sobre desenvolvimento e administração pública.
Crítica ao radicalismo
Durante entrevista à imprensa, Augusto Cury afirmou que a adesão incondicional de apoiadores pode prejudicar qualquer liderança política.
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“Os piores inimigos de um líder são aqueles que aderem a ele radicalmente. Porque esses inimigos, que parecem amigos, deixam de apontar falhas e corrigir rotas”, declarou.
Segundo ele, a falta de autocrítica dentro dos grupos políticos acaba dificultando a correção de erros e enfraquecendo a capacidade de evolução das lideranças.
Referências a Lula, Bolsonaro e Trump
Ao comentar a polarização política, Cury afirmou que o fenômeno ocorre em diferentes correntes ideológicas.
“Os piores inimigos de Marx foram os marxistas, de Trump são os trumpistas, de Bolsonaro são os bolsonaristas e de Lula são os lulistas”, afirmou.
Para o pré-candidato, a construção de um ambiente político mais equilibrado depende da capacidade de questionamento e da disposição para reconhecer falhas, independentemente da posição ideológica.
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