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Candidatos ao Governo do Amazonas poderão gastar até R$ 7,1 milhões no primeiro turno das eleições

TSE mantém limite de gastos de campanha de 2022 e define teto para candidatos ao Governo, Senado, Câmara dos Deputados e Aleam.

Por Jonas Souza

22/07/2026 às 14:57

  • O TSE definiu que candidatos ao Governo do Amazonas podem gastar até R$ 7,1 milhões no 1º turno das eleições de 2026 e, se houver 2º turno, mais R$ 3,5 milhões (Portaria TSE nº 449/2026).
  • O teto foi mantido igual ao das eleições gerais de 2022 por decisão unânime, considerando ausência de mudança na legislação, manutenção do FEFC, equilíbrio financeiro dos partidos e cumprimento de políticas de inclusão.
  • A portaria também fixou limites para outros cargos no Amazonas: Senador (R$ 3,8 milhões), Deputado Federal (R$ 3,1 milhões) e Deputado Estadual (R$ 1,2 milhão).
  • O descumprimento do teto pode gerar sanções como multa e rejeição das contas, com fiscalização via prestação de contas; os recursos vêm principalmente do FEFC, fundo partidário e doações de pessoas físicas (com doações de empresas proibidas desde 2015).

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias de Política – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que os candidatos ao Governo do Amazonas poderão gastar até R$ 7,1 milhões durante a campanha eleitoral do primeiro turno das eleições de 2026. Caso haja segundo turno, os candidatos classificados poderão utilizar mais R$ 3,5 milhões, conforme estabelece a Portaria TSE nº 449/2026, publicada no Diário da Justiça Eletrônico.

Segundo a Corte, os valores permanecem os mesmos aplicados nas eleições gerais de 2022.

Leia mais: Alberto Neto aponta erro de Maria do Carmo ao insistir em reafirmar pré-candidatura ao governo: “Ela sentia essa necessidade”

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Por que o TSE manteve o mesmo teto de gastos

A decisão foi aprovada por unanimidade pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral.

De acordo com o TSE, a manutenção dos limites levou em consideração:

  • A ausência de mudanças na legislação eleitoral;
  • A manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em patamar semelhante ao de 2022;
  • A necessidade de preservar o equilíbrio financeiro dos partidos;
  • O cumprimento das políticas de inclusão previstas na legislação eleitoral.

Os limites estão previstos na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e na Resolução TSE nº 23.607/2019.

Quais são os limites para Senado e deputados no Amazonas

Além da disputa pelo Governo do Estado, a portaria também definiu os tetos de gastos para os demais cargos em disputa.

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Os candidatos poderão gastar até:

  • Governador: R$ 7,1 milhões (1º turno) + R$ 3,5 milhões (2º turno);
  • Senador: R$ 3,8 milhões;
  • Deputado Federal: R$ 3,1 milhões;
  • Deputado Estadual: R$ 1,2 milhão.

Esses valores representam o limite máximo permitido para despesas de campanha de cada candidatura.

De onde vem o dinheiro das campanhas eleitorais

A maior parte dos recursos utilizados nas campanhas eleitorais brasileiras é de origem pública.

Os principais mecanismos de financiamento são:

  • Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC);
  • Fundo Partidário;
  • Doações de pessoas físicas;
  • Recursos próprios do candidato, dentro dos limites previstos em lei;
  • Arrecadação por meio de financiamento coletivo (“vaquinhas virtuais”).

Desde 2015, a legislação brasileira proíbe doações eleitorais feitas por pessoas jurídicas.

O que acontece se um candidato gastar acima do limite

A legislação eleitoral estabelece que o descumprimento do teto de gastos pode resultar em sanções aplicadas pela Justiça Eleitoral.

Entre as possíveis penalidades estão:

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  • Aplicação de multa;
  • Rejeição das contas de campanha;
  • Outras medidas previstas na legislação, dependendo da gravidade da infração.

Todos os gastos e receitas das campanhas devem ser registrados e posteriormente analisados pela Justiça Eleitoral durante a prestação de contas.

O que representa R$ 7,1 milhões em uma campanha

O valor autorizado para a disputa ao Governo do Amazonas corresponde ao limite máximo permitido para despesas eleitorais e inclui custos como produção de material gráfico, publicidade, deslocamentos, eventos, equipes de campanha e comunicação.

Embora o montante pareça elevado, ele representa apenas uma fração do orçamento estadual. A Lei Orçamentária Anual de 2026 prevê aproximadamente R$ 38 bilhões em receitas e despesas para o Governo do Amazonas.

Contexto para o Amazonas

Com o início das convenções partidárias e a definição dos candidatos, o teto de gastos passa a ser uma das principais regras da disputa eleitoral. O limite busca reduzir desequilíbrios financeiros entre as campanhas e garantir maior controle sobre a aplicação dos recursos públicos e privados utilizados pelos candidatos. A fiscalização das despesas será realizada pela Justiça Eleitoral por meio da prestação de contas obrigatória.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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