MDB abre mão de disputar a Presidência em 2026 e libera diretórios estaduais para formar alianças
Decisão da convenção nacional permite que diretórios estaduais definam apoios locais.
- O MDB oficializou que não disputará a Presidência da República em 2026 e decidiu não fazer coligação em nível nacional.
- A decisão, tomada na convenção do partido, busca preservar a unidade interna diante da polarização política.
- Com menos foco no Planalto, o MDB pretende concentrar recursos e articulações nas eleições estaduais e legislativas, com metas como 10 candidatos a governador, 6 a vice e 20 ao Senado.
- Os diretórios estaduais terão autonomia para negociar alianças conforme o cenário local, podendo haver composições diferentes entre os estados.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução
Notícias de Política -O MDB oficializou, nesta segunda-feira (27), que não disputará a Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi tomada durante a convenção nacional da legenda, que também definiu que o partido não fará coligação em nível nacional. Com isso, os diretórios estaduais terão autonomia para construir alianças de acordo com o cenário político de cada estado.
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Por que o MDB abriu mão de candidatura própria
Segundo o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, a decisão busca preservar a unidade interna do partido em um cenário de forte polarização política.
“Nossa vontade sempre é ter candidatura própria, mas vivemos um momento de muita radicalização, e o MDB tem essa característica de ter uma posição sempre equilibrada para fazer a diferença nas grandes discussões do País”, afirmou.
Ainda de acordo com Baleia Rossi, o fortalecimento da bancada no Congresso permitirá maior influência do partido nas votações e debates de temas nacionais.
Qual será a estratégia do MDB nas eleições
Sem disputar o Palácio do Planalto, o MDB concentrará recursos e articulações nas eleições estaduais e legislativas.
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A expectativa da legenda é lançar:
- 10 candidatos aos governos estaduais;
- 6 candidatos a vice-governador;
- 20 candidatos ao Senado.
Atualmente, o partido possui 9 senadores e 38 deputados federais, e pretende ampliar essa representação na próxima legislatura.
Na prática, a decisão dá liberdade para que cada diretório estadual negocie alianças conforme os interesses e a realidade política local, sem a obrigação de seguir um palanque presidencial único. Esse modelo pode resultar em diferentes composições eleitorais entre os estados, inclusive com apoios a candidatos de partidos distintos.
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