TRE-AM cria núcleo digital para combater fake news nas eleições
Aplicativo permite denúncias de irregularidades
- Foto: Reprodução
Resumo
O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas criou um núcleo de fiscalização virtual para monitorar conteúdos digitais e combater a desinformação nas eleições de 2026, com foco no uso indevido de inteligência artificial e no engajamento da população por meio de denúncias.
Notícias de Política – O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas deu início a uma nova estratégia de enfrentamento à desinformação com a criação de um núcleo de fiscalização virtual voltado ao processo eleitoral de 2026. A iniciativa busca ampliar o controle sobre conteúdos disseminados na internet e garantir maior transparência nas campanhas.
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A medida surge em meio ao avanço do uso de tecnologias digitais, especialmente a inteligência artificial, no cenário político.
Monitoramento digital e uso de tecnologia
Segundo o membro do tribunal, Claudio Albuquerque, o novo núcleo atua de forma contínua no acompanhamento de redes sociais e plataformas digitais, identificando conteúdos suspeitos e possíveis irregularidades.
Ele destacou que o uso de inteligência artificial é permitido, desde que haja transparência. Ou seja, conteúdos gerados por IA devem ser claramente identificados, evitando enganar o eleitor.
IA também é usada no combate à desinformação
Além da fiscalização, o próprio tribunal tem utilizado ferramentas baseadas em inteligência artificial para detectar padrões de manipulação e agir preventivamente.
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A estratégia combina tecnologia e análise humana para conter práticas ilegais e preservar a integridade do processo eleitoral.
Participação da população é fundamental
O TRE-AM reforça que o engajamento da sociedade é peça-chave nesse processo. O aplicativo Pardal permite que cidadãos registrem denúncias de irregularidades de forma rápida e acessível.
As denúncias também podem ser feitas por canais oficiais do tribunal ou presencialmente, fortalecendo a atuação conjunta entre instituições e eleitores.
Irregularidades já identificadas preocupam
Entre os principais problemas detectados até agora estão a criação de imagens manipuladas com contexto enganoso e o uso de áudios falsos que imitam vozes de figuras públicas.
De acordo com Claudio Albuquerque, essas práticas estão cada vez mais sofisticadas, o que exige vigilância constante e atualização das ferramentas de combate.
A Justiça Eleitoral destaca que o enfrentamento às fake news não depende apenas de tecnologia ou fiscalização institucional, mas também da responsabilidade dos eleitores em checar informações antes de compartilhá-las.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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