Chico Preto tem candidatura a prefeito de Manaus impugnada pelo MPE
O assassinato do sargento José Cláudio da Silva, ocorrido em 2017, foi usado como justificativa.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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O promotor Francisco Campos, do Ministério Público Eleitoral (MPE) impugnou a candidatura a prefeito de Manaus, do vereador Chico Preto (Democracia Cristã).
De acordo com nota divulgada pela assessoria do político, foi usado como justificativa o assassinato do sargento José Cláudio da Silva, o Caju, ocorrido em 2017 em frente à sede do PMN (partido que Chico Preto fazia parte), enquanto o policial acompanhava a esposa do parlamentar, que havia sacado R$ 34 mil para pagar despesas de campanha do candidato. O crime foi praticado por dois criminosos.
Chico Preto diz que a impugnação é perseguição e que irá confrontar com todos os meios possíveis a opinião do promotor para que a candidatura seja preservada. Ele também afirma que a questão foi resolvida no ano do ocorrido.
“Em 2017, Chico Preto entrou em acordo com o TRE para pagar multa referente ao episódio, NÃO havendo qualquer implicação de prática criminosa. Como ficha limpa, Chico pôde disputar em 2018 eleições estaduais como candidato a vice-governador”, diz trecho da nota.
“Agora, em 2020, na mesma condição de ficha limpa, o MPE de maneira parcial e completamente duvidosa impugna sua candidatura a prefeito de Manaus sem haver qualquer mudança no entendimento de que NÃO houve prática criminosa por parte de Chico Preto”, completa.
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