• Deputado Pauderney é hostilizado e agredido por militantes ao chegar em Manaus

    Pauderney foi um dos principais líderes do impeachment da presidente Dilma na câmara dos deputados.
    13/05/2016 21h06 - Actualizado 14/05/2016 14h16

    Foto: reproducción


    O deputado Pauderney Avelino (DEM), líder do Democratas na Câmara dos Deputados, foi hostilizado e agredido fisicamente, no início da manhã desta sexta-feira (13), ao chegar de Brasília, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, En Manaus. Um grupo formado por 15 personas, com faixas com as palavras “golpista”, foi cercando o deputado, ofendendo-o e gritando palavras de baixo calão, por conta de sua posição no Congresso e no processo de impeachment.

    “Quando desembarquei e cheguei ao saguão, eles começaram a me perseguir, gritando que eram contra o meu voto pelo impeachment, me chamando de golpista”, declarou Avelino, que tiene 61 años.

    Funcionários do aeroporto fizeram proteção ao deputado, para evitar nova agressão física. Um rapaz chegou a esfregar um cartaz no seu rosto. Quando outro cartaz foi jogado, os funcionários já faziam uma barreira e o escoltaram até seu carro.

    Pauderney disse que oito pessoas, das que o cercaram e agrediram, vieram com ele no avião, de Brasília, e acredita que esse grupo se juntou a outro no aeroporto. O parlamentar apresentou nesta tarde mesmo queixa à Superintendência da Polícia Federal, contra os agressores. “Os brasileiros são pacíficos e nada disso vai me intimidar. Vamos continuar firme na defesa da democracia e de um Brasil melhor”, disse o deputado, já em casa.

    Pauderney Avelino foi um dos líderes de oposição contra o governo da presidente afastada Dilma Rousseff e um dos principais apoiadores da abertura do processo de impeachment. Quando o processo foi julgado na Câmara dos Deputados, Pauderney foi um dos que votou a favor da admissibilidade do processo. O Senado aceitou, no início da manhã de quinta-feira, o pedido de abertura do processo de impeachment da presidente. Fueron 55 votos a favor e 22 contra. Dilma foi afastada por 180 dias da Presidência um ano e quatro meses depois de assumir seu segundo mandato.

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