Ante el temor de defensa pide la suspensión testimonio hasta el final de la maestría de audio

abogados pidieron, si decide no posponer el testimonio, Fâchin al menos guiar el PF no extrae preguntas sobre la conversación entre el miedo y Joesley.
31/05/2017 10H59 - Actualizado 31/05/2017 16h38

foto: reproducción


A defesa do presidente Michel Temer pediu nesta quarta-feira, 31, que o ministro Edson Fachin, hacer Supremo Tribunal Federal, reconsidere a autorização dada à Políca Federal para colher desde já o depoimento por escrito do peemedebista, a fim de que Temer só responda por escrito às perguntas da PF após a realização da perícia no áudio da conversa entre o presidente e o empresário Joesley Batista, delator do Grupo J&F que gravou o diálogo no Palácio do Jaburu em março.

É de fácil percepção a absoluta impossibilidade de o Presidente da República fornecer respostas enquanto não finalizada a perícia deferida como prioridade por Vossa Excelência. Especialmente, impossíveis de ser respondidos seriam eventuais quesitos que digam respeito a uma gravação que, de antemano, já se sabe fraudada!”, afirmam os advogados Antônio Cláudio Mariz de Oliveira e Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga.

Os advogados pediram também que, si decide no posponer el testimonio, Fachin ao menos oriente a PF a não elaborar perguntas sobre o conteúdo da conversa entre Temer e Joesley.

Los abogados dicen “a desejável celeridade para finalização das investigações não pode atropelar direitos individuais e garantias constitucionais”.

Fachin, por otro lado, entende que o inquérito contra o presidente Temer e seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures deve transcorrer em um prazo mais rápido do que o normal por haver uma investigada presa, Roberta Funaro, irmã do corretor Lucio Funaroapontado como operador de Eduardo Cunha. En martes, Fachin desmembrou esta investigação da que existe sobre o senador afastado Aécio Neves, que passará a ser feita em separado.

A defesa de Temer também estuda voltar a requerer o desmembramento da investigação de Temer, desta vez especificamente em relação a Rocha Loures, mas tal demanda não foi incluída no atual pedido encaminhado ao Supremo.

Este foi o segundo pedido de suspensão da investigação feito pela defesa do presidente. O primeiro foi feito pouco após ser tornado público o inquérito contra Temer: pedia que qualquer atividade necessária para a investigação só deveria ser feita após a perícia. O Supremo Tribunal Federal chegou a afirmar, a través de un comunicado, que o pedido anterior seria julgado no plenário da Corte. Mas a defesa voltou atrás.

“en 22 mayo, a defesa apressou-se em esclarecer que entendia ser tal medida [julgamento sobre pedido de suspensão da investigação] innecesario, después de todo, lograra êxito na sua intenção de ver priorizada a prova técnica”, dizem os advogados Mariz de Oliveira e Mendonça de Alvarenga.

Os advogados insistem que não querem atrasar a investigação e queo presidente da República é o maior interessado na rápida e cabal elucidação dos fatos”. Afirmam que não se podequerer dar o segundo passo sem antes dar o primeiro”.

fuente: Estadão


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