Ronaldinho signos tratan de restaurar el pasaporte

O ex-jogador foi condenado a pagar mais de R$ 8,5 milhões por crime ambiental em Porto Alegre.
12/09/2019 14h23 - Actualizado 12/09/2019 14h23

foto: reproducción


Folhapress

El ex jugador Ronaldinho, que estava com o passaporte apreendido pela Justiça, poderá fazer viagens internacionais novamente. Um acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul firmado em audiência na última quarta-feira (11) permitirá que ele recupere o documento.

Ronaldinho Gaúcho foi condenado a pagar mais de R$ 8,5 milhões por crime ambiental em Porto Alegre. Sem cumprir a sentença, estava com o passaporte retido. O passaporte se tornou ainda mais importante porque o ex-jogador foi nomeado, pelo governo de Jair Bolsonaro (PÁGINA), como embaixador do Turismo. A nomeação tinha ocorrido mesmo sem o documento que permite viagens ao exterior.

Os termos do acordo não estão públicos no sistema do tribunal porque o processo corre em segredo de Justiça.
O que posso dizer é que as partes chegaram a um acordo que foi homologado pelo juiz. O objeto do acordo não era o passaporte, pero, sim, a multa ambiental”, disse Sérgio Queiroz, advogado do ex-jogador.

El lunes (2), a ministra Rosa Weber, hacer Supremo Tribunal Federal, havia negado o pedido feito por Ronaldinho Gaúcho e seu irmão para que seus documentos fossem liberados.

Entre as atividades como embaixador do Turismo previstas pelo governo federal, está a criação de um reality show, llamado “Rei do Rolê”. Ronaldinho Gaúcho viralizou em redes sociais com a fama dosrolês aleatórios”, por aparecer em fotografias com diferentes personalidades em lugares inesperados.

A condenação do ex-jogador é de 2018, motivada pela construção em área de proteção ambiental no Lago Guaíba, en el capital de gaucho. “Os sujeitos responsáveis pela dilapidação do meio ambiente estão a se esquivar há longa data do cumprimento de suas obrigações legais, muito embora detivessem meios para evitá-la e sejam pessoas públicas, de alto poder aquisitivo, com condições para compensar os prejuízos ambientais que ainda restam integralmente inadimplidos”, escreveu o desembargador Newton Fabrício, la decisión.


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