Ednailson Rozenha é reeleito e seguirá no comando da Federação Amazonense de Futebol até 2030
A reeleição de Rozenha ocorre após críticas enfrentadas no ano passado.
- Foto: divulgação
Resumo
Ednailson Rozenha é reeleito por unanimidade presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF) e permanece no cargo até 2030. Ele promete ampliar competições, fortalecer base e avançar no futebol feminino.
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Notícias de esporte – O futebol do Amazonas seguirá sob a mesma direção até o fim da década. Ednailson Rozenha foi reeleito, na noite desta terça-feira (13/1), para a presidência da Federação Amazonense de Futebol (FAF). E fez isso com autoridade: recebeu 100% dos votos dos clubes e ligas filiadas, garantindo permanência no comando da entidade até 2030.
O resultado expressivo confirma o alinhamento interno do colégio eleitoral, formado por dirigentes do futebol profissional e amador, além de representantes das ligas municipais. Rozenha, que também é deputado estadual e ocupa a vice-presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), permanece como peça-chave na articulação entre o futebol local e a esfera nacional.
Projetos mantidos e metas ampliadas
Logo após o anúncio, Rozenha destacou que a próxima gestão será de continuidade, mas com metas reforçadas. O dirigente reafirmou a prioridade em fortalecer competições estaduais, impulsionar categorias de base e dar mais protagonismo ao futebol feminino.
Em discurso, ele disse que a vitória unânime representa confiança no projeto em curso. “Recebo essa recondução com profunda gratidão e senso de responsabilidade. A unanimidade do resultado não é pessoal, é coletiva”, declarou. O presidente acrescentou que o objetivo é seguir ampliando oportunidades para clubes, atletas e profissionais do estado, ao mesmo tempo em que trabalha para consolidar o Amazonas como força emergente no cenário nacional.
Pressão após ausência na Copa do Mundo Feminina de 2027
A reeleição de Rozenha ocorre após críticas enfrentadas no ano passado. Manaus ficou fora da lista de sedes da Copa do Mundo Feminina de 2027, decisão que surpreendeu e frustrou parte da população e do setor esportivo local.
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Mesmo sendo vice da CBF, o dirigente não conseguiu assegurar a inclusão da capital na candidatura oficial, movimento visto como revés político e esportivo. Para muitos clubes e torcedores, sediar jogos seria chance de injetar recursos no turismo, movimentar a economia e impulsionar de forma definitiva o crescimento do futebol feminino na região.
A expectativa agora é que o novo mandato consiga alinhar resultados institucionais mais concretos com a promessa de expansão do esporte no estado.
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