Mulher que acusa Robinho de participação em estupro coletivo conta detalhes do caso

O jogador foi condenado a nove anos de prisão, mas deve recorrer.

Redação AM POST

Uma jovem albanesa, que acusa o jogador Robinho de participar de estupro coletivo cometido contra ela, disse que já conhecia o atleta e contou que no dia do crime, a esposa dele também estava presente no local do crime. O caso aconteceu em uma boate, em Milão, em janeiro de 2013.

Ela afirmou ter conhecido o jogador em uma casa de show, em Milão, no ano de 2011. No primeiro encontro, Robinho teria pedido para a moça tocar em seu abdômen. No encontro seguinte, ambos estavam dançando quando o jogador tentou lamber o seio dela, mas ela pensou que ele estava apenas flertando forte com ela.

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No ano de 2013, quando ela completava 23 anos, ela foi convidada por um amigo de Robinho a participar de festa no Sio Café. No local estava o jogador e sua esposa. Um dos amigos combinou com a jovem para não se aproximar dele, enquanto a mulher estivesse próxima.

Pouco tempo depois de sua chegada, a esposa dele saiu e ela com seu grupo de amigas foram para mesa onde estava Robinho e seus amigos.

No decorrer da festa, outros amigos do atleta chegaram e pedia bebidas e ofereciam para as moças. Porém, uma estava grávida e a outra iria dirigir na volta pra casa e recusaram a bebida.

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Depois de muita insistência, a jovem cedeu e bebeu com o grupo. Pouco tempo depois ela ficou totalmente embriagada. Ela estava se divertindo, mas acabou passando mal e foi levada para fora do estabelecimento. Em seguida, o jogador levou ela para o camarim do músico Jairo Chagas, famoso no país.

Foi nesse momento, que segundo a suposta vítima, contou que aconteceu o estupro. Ela estava sozinha no local, e Robinho e mais um amigo chegou e começaram a assediar a jovem embriagada. No ato, ela desmaiou e quando acordou ela estava rodeada de homens e percebeu que havia sido estuprada.

Alguns dias se passaram e ela entrou em contato com o amigo de Robinho e disse que iria contar o caso para a polícia. Porém os acusados criaram uma contra versão para desmentir a jovem.

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Interceptações telefônicas e grampos realizados com o aval da Justiça italiana contra os envolvidos no caso foram cruciais para a condenação do atleta e de um amigo a nove anos de prisão. Eles foram condenados em primeira instância por violência sexual de grupo e recorrem da decisão.