Viagens de Eliza Samudio a Portugal podem estar ligadas a affair com Cristiano Ronaldo
Documento expirado encontrado em Lisboa reforça que viagens da modelo ao país europeu tiveram como motivação encontros com o craque português.
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Resumo rápido
O passaporte de Eliza Samudio, encontrado em um apartamento em Portugal, revelou detalhes de suas viagens à Europa e da ida para conhecer Cristiano Ronaldo em 2007, descrita por ela como um encontro breve, “só uns beijinhos”. O documento já estava cancelado e não reabre o caso criminal, que segue com a condenação de Bruno Fernandes e outros réus pelo assassinato da modelo, embora o corpo nunca tenha sido encontrado.
Notícias de famosos – A descoberta do passaporte de Eliza Samudio em um apartamento em Portugal colocou novamente o nome da modelo no centro dos noticiários, 15 anos após sua morte. O documento, já cancelado e fora de validade, foi encontrado por um homem que mora na região e chamou atenção pela data e pelos carimbos — ou melhor, pela ausência deles — levantando dúvidas e especulações da internet sobre o destino da jovem, assassinada em 2010. As idas ao país europeu, inclusive, teriam relação com um possível affair com o jogador Cristiano Ronaldo.
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Apesar do barulho nas redes, autoridades brasileiras reforçaram que o passaporte não muda o caso policial envolvendo o assassinato de Eliza, morto judicialmente desde 2010.
Viagem para encontrar Cristiano Ronaldo
De acordo com o jornal Extra, a primeira ida de Eliza a Portugal aconteceu em 1º de maio de 2007 — e tinha endereço definido: Cristiano Ronaldo.
Na época, o jogador era uma estrela em ascensão no Manchester United e ainda estava solteiro. Eliza viajou sozinha com o objetivo de conhecê-lo, e conseguiu.
Em entrevista ao Extra dois anos depois, já grávida do goleiro Bruno Fernandes, Eliza falou abertamente sobre a relação com Ronaldo, classificando o encontro como breve e sem compromisso.
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“Foram só uns beijinhos”, disse, minimizando qualquer romantização.
A viagem rendeu ao menos um registro fotográfico com o craque, feito em Lisboa poucos dias após sua chegada. O encontro se soma à lista de episódios amorosos envolvendo Ronaldo no auge de sua vida de balada, antes dos contratos restritivos, filhos e casamento.
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De passaporte extraviado a retorno à Europa
A descoberta do documento também ajudou a reconstruir parte da agenda internacional da modelo. Segundo o consulado brasileiro em Portugal, o passaporte encontrado estava cancelado porque havia sido declarado perdido. Com isso, Eliza retornou ao Brasil usando documentação provisória emitida pelo órgão diplomático.
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O que poucos sabiam — e ganhou relevância após o achado — é que ela voltou a Portugal posteriormente, já com um novo passaporte emitido, confirmando que sua ida ao país não foi única e reforçando a ligação com a vida social do jogador.
Internautas especulam
A repercussão levou alguns usuários a levantar teorias de que Eliza poderia estar viva — hipótese descartada prontamente por fontes oficiais e familiares.
Leia mais: Mãe de Eliza Samudio reage após passaporte da filha ser achado em Portugal; veja o que ela disse
A existência do documento fora de circulação, portanto, não reabre o caso criminal, mas abre espaço para revisitar a vida social de Eliza antes do fim trágico que a tornou símbolo de um dos crimes mais cruéis ligados ao futebol brasileiro.
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Sobre o crime
Eliza Silva Samudio, modelo e ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes de Souza, desapareceu em junho de 2010 em Minas Gerais. Investigadores concluíram que ela foi sequestrada por um grupo ligado ao atleta, que à época já enfrentava disputas públicas com ela pela paternidade e pensão do filho recém-nascido.
Durante o processo, testemunhas relataram que Samudio foi estrangulada e seu corpo, segundo versões do caso, teria sido esquartejado e enterrado sob concreto — informações que constaram nas investigações e no julgamento, embora os restos mortais nunca tenham sido encontrados.
Prisões e sentença
Bruno foi julgado por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e outros crimes relacionados ao caso. Em 2013, ele foi condenado a mais de 20 anos de prisão em regime fechado. Outras pessoas envolvidas, como Luiz Henrique Ferreira Romão (Macarrão) e Marcos Aparecido dos Santos (Bola) também receberam penas longas por participação no sequestro e morte de Samudio.
Ao longo dos anos, o réu chegou a ser temporariamente liberado por decisões judiciais relativas a recursos, mas retornou ao sistema prisional após movimentações do Supremo Tribunal Federal e de outras instâncias.
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