Josué Neto rebate fala de Carlos Almeida sobre ‘Lei do Gás’: “péssimo defensor da coisa pública”

Deputado destacou que como defensor público, Almeida, é um péssimo economista.

Redação AM POST

Nas redes sociais o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado Josué Neto (PRTB) rebateu informação divulgada pelo vice-governador Carlos Almeida Filho a respeito do projeto de lei 153/2020, de autoria do parlamentar que foi aprovado na Aleam em abril deste ano, mas recebeu veto do governador Wilson Lima.

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Em entrevista a um portal local, Almeida disse que nota técnica da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) emitida na última terça-feira, 23, aponta que se transformada em lei a proposta poderá ocasionar perda de até R$ 500 milhões por ano na arrecadação do Estado.

O deputado rebateu a fala do vice-governador, em postagem com imagem carimbada como mentira, fazendo rêfencia à compra de 28 ventiladores pulmonares para tratar de infectados pelo novo coronavírus, feita pela Secretaria de Saúde do Amazonas em uma loja de vinhos. “Está usando a mesma matemática do respirador comprado em loja de vinho: inventa para mais um número que não existe.(sic)”, escreveu o presidente da Aleam.

Josué também aproveitou o post para criticar Carlos Almeida que era defensor público antes de ser tornas vice-governador. “Como defensor público, ele é um péssimo economista. Como economista, é um péssimo defensor da coisa pública”, concluiu.

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Atualmente a Companhia do Gás do Amazonas (Cigás), é a única distribuidora do produto no Estado e o projeto de Josué Neto busca estabelecer um novo marco regulatório para a exploração e comercialização do gás natural no Amazonas.

De acordo com o deputado, o Projeto de Lei vai beneficiar diretamente 16 municípios, além da capital Manaus, e também vai gerar 36 mil novos empregos para o povo do Amazonas. Segundo ele, existem hoje 57 empresas interessadas em investir no setor.

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O veto de Wilson Lima ainda não foi apreciado pelos deputados da Aleam e está trancando a pauta da ALE desde o dia 5 de junho. Para derrubar o veto, é necessário de 13 votos dos parlamentares da casa.

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