Repórter demitido pela Rede Amazônica, na verdade, pretendia proteger a Umanizzare
Clayton é dono da empresa F5 Comunicação, que presta assessoria de imprensa para a Umanizzre.
Nos últimos dias ganhou força nas redes sociais o fato do repórter da Rede Amazônica, Clayton Pascarelli Rebouças ter sido demitido. Os comentários que dominaram a internet dão conta de que o jornalista teria sido desligado da empresa de comunicação porque comentou a seguinte frase no Programa Bom dia Amazônia “O que esperar desse governo?” e que a demissão teria atendido um pedido do governador, José Melo (PROS).
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Mas veio à tona a verdadeira versão sobre a demissão. Clayton Pascarelli é dono da empresa F5 Comunicação, que presta assessoria de imprensa para a Umanizzre Gestão Prisional e Serviços, que administra o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e por esse motivo, está recebendo bombardeiro de todos os lados por conta da rebelião e mortes ocorridos na capital.
De acordo com informações que circulam nos bastidores, o repórter pretendia usar o canal de TV para proteger a Umanizzare, o que não dão certo e acabou disseminando uma outra versão na sociedade.
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