Guerra no Oriente Médio

Guerra no Oriente Médio


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Acordo para libertação de reféns está próximo e envolve cessar-fogo, diz ministro de Israel

Durante entrevista, Netanyahu destacou que não poderia se aprofundar nos detalhes do possível acordo.

17/11/2023 às 19:00

Foto: Divulgação

Guerra em Israel – O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse nesta sexta-feira, 17, que está próximo de um acordo com o grupo terrorista Hamas para a libertação de reféns e que haverá um cessar-fogo se isso acontecer. A afirmação ocorreu durante uma entrevista do premiê à emissora CBS. O premiê destacou, no entanto, que não poderia se aprofundar nos detalhes do possível acordo.

“Estamos mais perto [do acordo] do que antes de começarmos a ação terrestre”, disse Netanyahu. “A ação terrestre pressionou o Hamas de alcançar um cessar-fogo. Teremos um cessar-fogo se conseguirmos nossos reféns. Não creio que sirva aos propósitos se aprofundar nisso”, acrescentou.

PUBLICIDADE

Segundo as autoridades israelenses, o Hamas capturou cerca de 240 pessoas no ataque ao país no dia 7 de outubro passado. Apenas quatro foram libertados, sendo dois americanos. As negociações para a libertação são mediadas pelo Catar, que abriga escritórios do braço político do Hamas, já que Israel não conversa com o grupo.

Questionado se o acordo envolveria a troca de prisioneiros palestinos pelos reféns, Netanyahu se manteve em silêncio com a alegação dos detalhes da negociação serem confidenciais.

Gaza

O premiê também insistiu que Israel opera dentro da Faixa de Gaza tentando causar “o mínimo de vítimas civis” e que não tem o objetivo de ocupar o território. “Queremos uma responsabilidade militar geral para evitar o ressurgimento do terror”, disse à CBS. “Não estamos buscando ocupar. Esse não é o nosso objetivo. Nosso objetivo é garantir que o que acontece lá seja diferente. Para isso, temos que desmilitarizar Gaza e tirar a radicalização de Gaza.”

Para Netanyahu, o fim do grupo terrorista daria um “futuro real” aos palestinos. O premiê, no entanto, não respondeu se apoia a solução de dois Estados. “Eu digo que os palestinos tenham todos os poderes para se governar, mas nenhum dos poderes para ameaçar Israel”, respondeu.

Hospital Al-Shifa

O primeiro-ministro também deu declarações sobre a invasão de Israel no hospital Al-Shifa, o maior da Faixa de Gaza. Os militares entraram no local na madrugada da quarta-feira, 15, alegando que ele serviria de base operacional para o grupo Hamas Nenhuma base foi encontrada. Segundo Netanyahu, no entanto, a inteligência israelense possui “fortes indícios” de que os reféns estavam no local antes da operação e que foram retirados. “Foi uma das razões para a gente entrar no hospital”, disse.

PUBLICIDADE

O premiê não entrou em detalhes sobre as informações de inteligência. “Quanto menos eu falar sobre isso, melhor”, disse. A direção do hospital e o Hamas negam as alegações.

Apesar de não ter encontrado terroristas, Israel alega ter encontrado comunicações, equipamentos, bombas, armas e entrada para a rede de túneis na área do hospital. Dois corpos de reféns também foram encontrados, de acordo com as autoridades. Uma base militar foi montada nas proximidades após a invasão e continua operando sobre o local. Israel também distribuiu panfletos alertando para os palestinos irem para o sul, indicando novos bombardeios.

Depois do primeiro dia de busca, o IDF (sigla em inglês para Forças de Defesa de Israel) divulgou fotos de armas e computadores, que diz ter encontrado no hospital e identificou como sendo do Hamas. Israel está sob intensa pressão para comprovar alegação que os hospitais em Gaza, em especial o Al-Shifa, serviriam de esconderijo para os terroristas do Hamas, argumento que usou para justificar o cerco ao complexo hospitalar, que virou um símbolo da crise humanitária no enclave

Além dos profissionais da saúde e pacientes, o maior hospital de Gaza também abriga civis que buscam proteção no meio dos ataques de Israel. Segundo a ONU, cerca de 2,3 mil pessoas estão no Al-Shifa. Diretores do hospital afirmam que falta tudo: comida, água, energia e insumos básicos para tratar os feridos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) já alertou que “o hospital não está mais funcionando como hospital” e que a situação é crítica

Israel tem dito que a operação estaria em conformidade com a lei internacional porque orientou aos civis que deixassem o hospital antes de entrar para buscar o suposto centro de comando do Hamas A OMS, no entanto, descreveu a ordem para o que o Al-Shifa fosse esvaziado como uma “missão impossível”.

Estadão Conteúdo

Estadão Conteúdo

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

Um anjo pergunta à Deus: O que é um autista? E Deus lhe responde: É um de vocês que permito descer à Terra!

Lu Lena

Últimas notícias

Brasil

Mega-Sena sorteia R$ 165 milhões neste domingo; veja horário e como conferir

O sorteio acontece neste domingo (9), em São Paulo.

há 31 minutos

Manaus

Farmácias de Manaus não poderão exigir CPF para conceder descontos; entenda a nova recomendação

Procon Manaus e Defensoria Pública do Amazonas vão assinar recomendação para impedir que descontos promocionais.

há 55 minutos

Polícia

Mulher de 37 anos é morta com arma branca na Avenida Cosme Ferreira em Manaus

Patrícia Kelly Penha Ferreira morreu após sofrer ferimentos provocados por arma branca.

há 1 hora

Brasil

Avó, mãe e filha estão entre as quatro vítimas de queda de helicóptero no Rio de Janeiro

Turistas colombianas viajavam juntas em um helicóptero Robinson R44 que caiu na região da Vista Chinesa.

há 2 horas

Brasil

Lula e Alcolumbre devem se reunir novamente para tentar destravar pautas no Senado

Após meses de distanciamento, presidente da República e presidente do Senado retomam diálogo.

há 2 horas