Maduro defende Hamas e diz que Jesus nasceu e morreu palestino
Ele convocou a todos para defenderem a causa palestina no estabelecimento de um Estado.
- Foto: Reprodução
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, fez uma série de declarações polêmicas durante seu programa de televisão “Con Maduro”, transmitido na segunda-feira (9), em que defendeu o grupo extremista Hamas e associou Jesus Cristo à luta palestina contra o Império Romano. Durante o programa, Maduro se apresentou como um “cristão de oração” e usou o nome de Jesus para reforçar sua identidade religiosa.
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No entanto, o ditador venezuelano negou que Belém, onde Jesus nasceu, e Nazaré, onde ele viveu, sejam territórios dos judeus, argumentando que, com base em mapas, a região da Palestina existia há milhares de anos e foi gradualmente reduzida ao longo do tempo.
Maduro expressou sua visão sobre Jesus Cristo, alegando que ele nasceu e morreu como um palestino que lutou contra o imperialismo romano, destacando-o como “o primeiro anti-imperialista que se conhece na história moderna nos últimos três milênios.” O ditador argumentou que Jesus era um menino e jovem palestino que se rebelou contra o Império Romano e que, quando foi condenado injustamente, ele foi crucificado, torturado e morto como um homem palestino.
Durante o programa, Nicolás Maduro também pediu às autoridades internacionais que ajudassem os palestinos a conquistar seus direitos, enquanto denunciava o que ele chamou de “genocídio” e “massacre brutal”. O líder venezuelano apoiou o Hamas, que é amplamente considerado um grupo extremista, em meio a tensões crescentes no Oriente Médio.
As declarações de Maduro geraram controvérsia, já que muitos discordam de sua interpretação da história e de seu apoio ao Hamas, que é considerado um grupo terrorista por vários países, incluindo os Estados Unidos e Israel. Os comentários do ditador venezuelano foram criticados por líderes e analistas em todo o mundo, e levantaram preocupações sobre seu alinhamento com grupos extremistas no contexto do conflito israelo-palestino.
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