Empresários falam à PF sobre pagamento de voos para Eduardo Braga
Em Nota à imprensa, Braga negou as acusações.
Redação AM POST
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Sócios da empresa Ricco táxi aéreo de Manaus disseram à Polícia Federal (PF) que receberam, em 2014, R$ 6 milhões da J&F – holding que controla empresas como a JBS – para custear viagens de aliados do então candidato a governador do Amazonas, Eduardo Braga (MDB), nas eleições daquele ano. A informação foi divulgada pela revista “Crusoé” e o site “O Antagonista”.
De acordo com a notícia publicada ontem (25), os empresários afirmaram que não houve prestação de contas dos voos para os investigadores, os depoimentos e o material encontrado na empresa reforça as suspeita de que ela tenha sido usado para lavar dinheiro destinado a Eduardo Braga.
Em Nota à imprensa, Braga negou as acusações e reafirmou que “todos os serviços relativos à campanha eleitoral de 2014 foram prestados, pagos e declarados à Justiça Eleitoral, inclusive os serviços referentes à Rico Táxi Aéreo”.
O político foi intimado pela Polícia Federal no início deste mês a prestar esclarecimentos sobre as denúncias de propinas pagas pelo grupo J&F.
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