Assista: ‘Isso foi só um aviso’, diz sindicato sobre protesto contra transportes ‘piratas’ em Manaus
O presidente do Sindmetal pede fiscalização contra ‘piratas’ no transporte especial e segurança dos órgãos competentes.
- Foto: Reprodução
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos no Amazonas (Sindmetal), Valdemir Santana, disse que o protesto que ocorreu nesta sexta-feira (28), contra o transporte pirata, foi somente ‘um aviso, não foi uma greve’. A manifestação aconteceu na avenida Grande Circular, zona leste da capital,
Valdemir Santana, divulgou um vídeo dizendo que desde do ano passado os órgãos estão sendo avisados sobre a insatisfação dos trabalhadores e que a categoria sofre muito assalto.
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“Essa manifestação que está acontecendo lá no Distrito Industrial foi avisado desde o ano passado. Os empresários preferem contratar empresas que não tem seguro, pirata porque é mais barato para os trabalhadores. Ainda sofrem assaltos ou outras coisas mais lá”
O sindicato diz que a manifestação é somente um alerta para a prefeitura de Manaus e governo do Estado sobre a situação da pirataria nos transportes especiais.
“O que o sindicato está fazendo em especiais junto com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) é para isso, alertar a prefeitura e governo sobre essa pirataria.
Valdemir ainda cita a insatisfação quando falam sobre ‘compliance’ que significa estar em conformidade com determinadas leis, normas e regras em relação às leis federais ou às políticas corporativas, mas que estes estão totalmente irregulares.
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“Ele ainda diz que existe um tal de ‘compliance’, um compliance totalmente irregular, que ‘pega por trás’ é um negócio meio complicado, e coloca em risco os trabalhadores. Ninguém sabe o nível de pirataria que tem esses ônibus, porque é mais barato eles contratarem esse tipo de serviço. Nós queremos que as empresas façam um transporte para os trabalhadores que seja regularizado, como a lei manda”.
O presidente do Sindmetal, diz que é somente o início do processo, que na próxima semana, o sindicado vai fazer uma convenção coletiva, que se não ‘fechar’, a categoria vai parar o Distrito Industrial de Manaus. Santana disse ainda que quanto mais o especial fatura, mais quer massacrar a classe trabalhadora, e que não vão aceitar.
“Não dá, a indústria vai faturar R$300 bilhões de reais e fazer essa miséria a partir do transporte coletivo. Uma ‘alimentação’ péssima que está. Então essa é a situação. A reivindicação é dos trabalhadores do Polo Industrial, dos especiais, dos plásticos, do comércio, todos estamos juntos. Estamos cheio disso”.
Santana esclarece que pelo menos 30% dos transportes especiais, são piratas, o que equivale a cerca de quase dois mil ônibus.
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— AM POST (@portalampost) July 28, 2023
Redação AM POST
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