Caso Benício: Justiça do Amazonas nega pedido de prisão e mantém médica em liberdade
Pedido de prisão preventiva foi novamente negado; médica e técnica de enfermagem seguem respondendo ao inquérito em liberdade.
- (Foto: Reprodução)
A Justiça do Amazonas voltou a negar o pedido de prisão preventiva da médica Juliana Brasil, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, ocorrida no dia 23 de novembro, em Manaus. A decisão mantém a médica em liberdade enquanto o inquérito segue em andamento.
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Benício morreu após receber uma superdosagem de adrenalina aplicada pela via intravenosa durante atendimento no Hospital Santa Júlia. A medicação foi prescrita por Juliana Brasil e administrada pela técnica de enfermagem Raiza Bentes, que também é investigada no caso.
O pedido de prisão preventiva da médica já havia sido analisado anteriormente e negado no dia 27 de novembro pela desembargadora Onilza Abreu Gerth. À época, a magistrada entendeu que não estavam presentes elementos concretos que justificassem a decretação da prisão, como risco à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal.
Com a nova negativa, Juliana segue respondendo às investigações em liberdade. Até o momento, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) não divulgou decisão sobre o pedido de prisão relacionado à técnica de enfermagem Raiza Bentes. Ambas permanecem liberadas enquanto o inquérito policial avança.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil e continua gerando grande repercussão, reacendendo debates sobre protocolos médicos, responsabilidades profissionais e segurança no atendimento pediátrico.
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