Manaus

Manaus


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Caso Djidja: Saiba quem são os condenados por tráfico de cetamina em Manaus

Sete pessoas foram condenadas por integrar um esquema de tráfico de cetamina que, segundo a Justiça.

Por Natan AMPOST

23/07/2026 às 14:02 - Atualizado em 23/07/2026 às 16:34

  • A Justiça do Amazonas condenou sete pessoas por integrar um esquema de tráfico de cetamina em Manaus, com penas que variam de 8 anos e 6 meses a 10 anos e 11 meses.
  • Entre os condenados estão Cleusimar Cardoso Rodrigues (mãe de Djidja Cardoso, apontada como líder) e Ademar Farias Cardoso Neto (irmão de Djidja, apontado como principal executor), ambos em regime fechado.
  • A sentença afirma que a cetamina era adquirida ilegalmente via clínica veterinária (MaxVet) e usada em rituais da seita “Pai, Mãe, Vida”, com relatos de cárcere privado e abusos sexuais relacionados ao efeito da droga.
  • Três acusados foram absolvidos por falta de provas; a prisão preventiva de quatro condenados foi mantida, enquanto outros podem recorrer em liberdade com medidas cautelares (como tornozeleira eletrônica).

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias de Manaus – A Justiça do Amazonas condenou, nesta quarta-feira (23), sete pessoas investigadas por integrar um esquema de tráfico de cetamina em Manaus. Entre os condenados estão Cleusimar Cardoso Rodrigues e Ademar Farias Cardoso Neto, mãe e irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, encontrada morta em maio de 2024.

A sentença foi assinada pela juíza Roseane do Vale Jacinto Cavalcante, da 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute).

Segundo a magistrada, as provas reunidas durante a investigação demonstraram a existência de uma associação criminosa voltada à aquisição, distribuição e aplicação ilegal da cetamina.

Quais foram as penas aplicadas?

As penas variam entre 8 anos e 6 meses e 10 anos e 11 meses de prisão.

PUBLICIDADE

Confira as condenações:

  • Cleusimar Cardoso Rodrigues (mãe de Djidja): 10 anos e 11 meses de reclusão, em regime fechado. A Justiça a apontou como líder da associação criminosa.
  • Ademar Farias Cardoso Neto (irmão de Djidja): 10 anos e 11 meses de reclusão, em regime fechado. Foi considerado o principal executor das ações do grupo.
  • José Máximo Silva de Oliveira (veterinário): 10 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado. Segundo a sentença, fornecia a cetamina por meio da clínica veterinária MaxVet.
  • Hatus Moraes Silveira (personal trainer): 10 anos e 5 meses de reclusão, em regime fechado. Atuava na logística e intermediação da droga.
  • Verônica da Costa Seixas (gerente): 10 anos de prisão, em regime fechado. Auxiliava na aquisição e ocultação dos materiais utilizados pelo grupo.
  • Sávio Soares Pereira (funcionário de clínica veterinária): 9 anos de prisão, em regime semiaberto. Era responsável pelas negociações da droga por meio do WhatsApp.
  • Bruno Roberto da Silva Lima (ex-namorado de Djidja): 8 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado. Segundo a decisão, participava da logística de aquisição e incentivava o consumo da substância.

Quem poderá recorrer em liberdade?

A Justiça manteve a prisão preventiva de quatro condenados:

  • Cleusimar Cardoso Rodrigues;
  • Ademar Farias Cardoso Neto;
  • José Máximo Silva de Oliveira;
  • Hatus Moraes Silveira.

Eles permanecerão presos e não poderão recorrer em liberdade.

Já Verônica da Costa Seixas, Sávio Soares Pereira e Bruno Roberto da Silva Lima poderão recorrer da sentença em liberdade, desde que cumpram medidas cautelares impostas pela Justiça, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

PUBLICIDADE

Como funcionava o esquema de tráfico de cetamina?

De acordo com as investigações da Operação Mandrágora, a cetamina era adquirida ilegalmente por meio da clínica veterinária MaxVet e distribuída pelo grupo.

Leia mais: Justiça do Amazonas mantém prisão da mãe e irmão de Djidja Cardoso

Segundo a sentença, a droga era utilizada durante rituais promovidos pela seita religiosa “Pai, Mãe, Vida”. Conforme a decisão judicial, os participantes eram convencidos de que a substância proporcionava “cura espiritual” e “elevação”.

A Justiça afirma que a cetamina, originalmente destinada ao uso veterinário, era aplicada em seres humanos em doses consideradas perigosas.

PUBLICIDADE

Durante as investigações, testemunhas também relataram episódios de cárcere privado e abusos sexuais praticados contra vítimas que estariam sob efeito da droga. Essas informações constam nos autos do processo.

Quem foi absolvido?

Três acusados foram absolvidos por insuficiência de provas.

São eles:

  • Emicley Araújo Freitas, motoboy;
  • Claudiele Santos da Silva, maquiadora;
  • Marlisson Vasconcelos Dantas, maquiador.

Segundo a Justiça, não houve elementos suficientes para condená-los pelos crimes de tráfico de drogas ou associação para o tráfico.

PUBLICIDADE

Qual a relação do processo com a morte de Djidja Cardoso?

Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, foi encontrada morta em 28 de maio de 2024.

O laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a morte ocorreu em decorrência de um edema cerebral que comprometeu as funções cardíaca e respiratória.

Embora o exame não tenha indicado a causa exata do edema, a principal linha de investigação da Polícia Civil considera a hipótese de overdose de cetamina.

No dia em que o corpo foi encontrado, policiais apreenderam frascos de cetamina enterrados no quintal da residência, além de seringas, caixas da substância, bulas e medicamentos descartados no imóvel.

 

 

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O autismo não limita as pessoas. Mas o preconceito sim, ele limita a forma com que as vemos e o que achamos que elas são capazes.

Letícia Butterfield

Últimas notícias

Brasil

Receita libera consulta ao 3º lote da restituição do Imposto de Renda 2026; veja como consultar

Cerca de 2,7 milhões de contribuintes receberão R$ 4,61 bilhões no dia 31 de julho; lote encerra as restituições regulares para quem não caiu.

há 15 minutos

Polícia

Criança de 1 ano é encontrada sozinha em condomínio e mãe é presa em Manaus

Menino foi localizado desacompanhado no bairro Lago Azul, Zona Norte, e apresentava lesões nos pés.

há 15 minutos

Mundo

Tarifa dos EUA eleva imposto para 37,5% sobre quase 4 mil produtos brasileiros, aponta CNI

Nova sobretaxa dos Estados Unidos passa a valer nesta sexta-feira e afeta quase metade das exportações brasileiras.

há 40 minutos

Polícia

Veja momento em que policial é morto durante troca de tiros no Alvorada em Manaus

Investigador da Polícia Civil foi atingido durante uma ação nesta sexta-feira (24).

há 54 minutos

Eleições 2026

Marcos Rotta desiste de disputar eleições 2026 e revela motivo da decisão; confira

Ex-vice-prefeito de Manaus afirma que retirou a pré-candidatura para acompanhar o pai, que enfrenta problemas de saúde no Paraná.

há 1 hora