Conselho pede afastamento de presidente da Grande Família após prisão por agressão
A medida foi tomada após a prisão do dirigente por suspeita de agressão contra a ex-companheira.
- Foto: Redes Sociais
Resumo
O Conselho Fiscal da Escola de Samba A Grande Família solicitou o afastamento imediato do presidente Cleildo Barroso, conhecido como “Caçula”, após ele ter sido preso por suspeita de violência doméstica contra a ex-esposa. Apesar de ter sido liberado mediante fiança, o episódio gerou forte repercussão e levou o órgão a defender o afastamento para preservar a imagem da agremiação às vésperas do Carnaval 2026.
Notícias de Manaus – O Conselho Fiscal do Grêmio Recreativo e Cultural Escola de Samba A Grande Família divulgou, neste sábado (17), uma nota oficial solicitando o afastamento imediato do presidente da agremiação, Cleildo Barroso, conhecido como “Caçula”. A medida foi tomada após a prisão do dirigente por suspeita de agressão contra a ex-companheira.
PUBLICIDADE
Leia mais: Fiscalização flagra bares e adegas funcionando com irregularidades em Manaus
Segundo o comunicado, o pedido tem como objetivo proteger a imagem da escola e evitar impactos negativos em um momento decisivo de preparação para o Carnaval 2026.
Prisão por suspeita de violência doméstica
Cleildo Barroso, de 34 anos, foi detido na madrugada de sexta-feira (16) após ser acusado de agredir e ameaçar a ex-esposa, a passista Marryeth Figueiredo, de 29 anos. O caso foi registrado na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), onde ele foi autuado em flagrante por violência doméstica.
Após os procedimentos legais, o dirigente foi liberado ainda no mesmo dia mediante pagamento de fiança.
PUBLICIDADE
A nota do Conselho Fiscal é assinada por João Avelino (presidente), Alysson Souza (vice-presidente) e Jucicleide Cardoso (suplente). No texto, os conselheiros afirmam que a repercussão do caso na mídia motivou a decisão.
O documento destaca que o afastamento temporário busca “desvincular o nome da Escola desses acontecimentos” e preservar o trabalho coletivo da agremiação, especialmente diante da proximidade do desfile oficial.
Defesa afirma que caso é de ordem pessoal
Em resposta, a defesa de Cleildo Barroso, representada pela advogada Débora Tapajós, divulgou nota de esclarecimento. O texto afirma que o presidente colaborou com as autoridades e cumpriu todas as determinações legais.
A defesa sustenta que o episódio pertence à esfera da vida pessoal do dirigente e não deveria interferir na gestão da escola de samba, classificando a decisão sobre permanecer ou não no cargo como uma questão de “foro íntimo”.
O episódio continua gerando debates entre integrantes da comunidade do samba e nas redes sociais, enquanto a escola se prepara para os próximos passos administrativos em meio à repercussão do caso.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos







