Coronel Claudenir acusa Salazar de ser manipulado por Alberto Neto para atacar governador Wilson Lima: “pau-mandado”
Militar denunciou peculato, enriquecimento ilícito e crime eleitoral envolvendo o deputado Alberto Neto e o vereador Salazar.
- Coronel Claudenir Barbosa, presidente da Associação dos Militares do Amazonas, acusou o vereador Sargento Salazar e o deputado federal Capitão Alberto Neto de manipular estruturas da Polícia Militar para fins políticos e pessoais.
- Claudenir afirmou que Salazar age como “pau-mandado” de Alberto Neto para atacar adversários e desestabilizar possíveis candidaturas nas eleições de 2026, enquanto Alberto Neto planeja disputar o Senado.
- Denúncias contra Alberto Neto foram protocoladas no Ministério Público em 2024, incluindo acusações de enriquecimento ilícito, promoção irregular, peculato de uso e crime eleitoral, além de suspeitas de recebimento indevido de salários como militar ativo após assumir mandato federal.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias de Manaus – O coronel da Polícia Militar do Amazonas, Claudenir Barbosa, fez acusações contra o vereador Sargento Salazar (PL) e ao deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), a quem acusou de manipular estruturas da Polícia Militar para fins políticos e pessoais. O militar, que também preside a Associação dos Militares do Estado do Amazonas (Amam), não poupou palavras ao chamar Salazar de “pau-mandado” e “tolo”, afirmando que ele seria usado por Alberto Neto para atacar adversários políticos e desestabilizar possíveis candidaturas nas eleições de 2026.
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“O Salazar é um pau mandado, um tolo também, porque o Alberto Neto é covarde e não tem coragem de falar. Manda o Salazar falar”, afirmou Claudenir em entrevista ao jornalista Moisés Dutra. Segundo ele, o vereador tem atacado o governador do Amazonas Wilson Lima por ordens de Alberto Neto, que planeja disputar o Senado Federal. “Eles querem lançar Alberto Neto senador, para que Salazar venha como deputado federal, mas para isso têm que matar a política do governador”, disse o coronel.
Claudenir ainda revelou que há denúncias formais contra Alberto Neto, protocoladas no Ministério Público em 2024, assinadas pela Amam e pela Associação de Praças do Estado do Amazonas (Apeam). Entre os crimes apontados estão enriquecimento ilícito, promoção irregular, peculato de uso e crime eleitoral.
De acordo com a denúncia, Alberto Neto teria recebido salários indevidos após se tornar deputado federal e ganhar como major da ativa da Polícia Militar entre janeiro e agosto de 2019, mesmo após ter sido diplomado para o cargo em dezembro de 2018. A Constituição Federal exige que militares da ativa se afastem da corporação quando assumem cargos eletivos, o que, segundo Claudenir, não ocorreu.
A entrevista também escancarou a tensão entre os militares envolvidos na política e aqueles que se opõem ao uso da instituição como trampolim eleitoral. Para Claudenir, a tropa está sendo manipulada e usada como massa de manobra por interesses pessoais e eleitorais.
A reportagem procurou Alberto Neto por meio de sua assessoria de imprensa para falar sobre o caso mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
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