David Almeida lança Parque Tecnológico e mira transformar Centro de Manaus em polo de inovação
Projeto integra Distrito de Inovação e aposta em startups, economia criativa e requalificação urbana.
Por Natan AMPOST
30/03/2026 às 20:00 - Atualizado em 31/03/2026 às 11:50
Resumo da IA
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Resumo
Prefeito David Almeida lança Parque Tecnológico no Centro Histórico e aposta em inovação, startups e economia criativa para transformar Manaus.
O prefeito David Almeida lançou, na noite desta segunda-feira (30), a pedra fundamental do Parque Tecnológico do Distrito de Inovação do Largo de São Vicente, no Centro Histórico da capital. A iniciativa faz parte de uma estratégia para transformar a região central em um polo de tecnologia, empreendedorismo e economia criativa.
O lançamento ocorreu em um dia marcado por uma série de agendas institucionais, incluindo entregas e anúncios em diferentes áreas da administração municipal.
A proposta do parque é conectar startups, universidades, setor produtivo e investidores, criando um ambiente voltado à pesquisa, desenvolvimento tecnológico e soluções inovadoras para a cidade.
Projeto integra Distrito de Inovação
O novo equipamento urbano integra o Distrito de Inovação, coordenado pela Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Durante o evento, David Almeida destacou o papel estratégico da iniciativa no reposicionamento econômico da capital amazonense.
“Manaus está se preparando para o futuro. A inovação chega ao centro da cidade e esse lançamento representa a base de um novo ciclo econômico. Queremos atrair investimentos, fomentar startups e gerar soluções para o dia a dia da população”, afirmou.
Centro Histórico ganha novo papel econômico
O projeto do Parque Tecnológico está alinhado a uma série de intervenções já realizadas no Centro Histórico de Manaus, que buscam revitalizar a área e ampliar seu uso para além do comércio tradicional.
Entre os espaços já implantados estão o mirante Lúcia Almeida e o píer Manaus 355, que passaram a integrar o circuito turístico e de convivência da cidade.
Com o novo parque, a Prefeitura pretende consolidar o Centro como um eixo estratégico que combina turismo, cultura, inovação e desenvolvimento econômico.
Governança e economia criativa
Durante a cerimônia, também foi assinada uma carta de compromisso voltada à economia criativa, solidária e do conhecimento, reunindo instituições acadêmicas, startups e entidades parceiras.
O secretário da Semtepi, Alonso Oliveira, destacou o impacto estrutural do projeto.
“Não estamos apenas lançando uma pedra fundamental, estamos iniciando um novo capítulo para Manaus. Esse distrito nasce com a missão de conectar talentos, atrair investimentos e gerar emprego e renda, fortalecendo uma economia baseada no conhecimento e na criatividade do nosso povo”, declarou.
Novas diretrizes para o Centro
Além do Parque Tecnológico, a prefeitura apresentou diretrizes complementares para a região central. Uma das propostas é transformar a rua Bernardo Ramos em um corredor voltado à gastronomia e à economia criativa, integrado aos equipamentos culturais e turísticos existentes.
A ideia é estimular novos negócios, ampliar a circulação de pessoas e fortalecer o Centro como espaço multifuncional.
Agenda reúne entregas em várias áreas
A programação do dia incluiu oito agendas com entregas e anúncios nas áreas de saúde, mobilidade urbana, assistência social, habitação, desenvolvimento econômico, inovação e inclusão.
Segundo a prefeitura, o conjunto de ações reforça um modelo de gestão voltado à execução simultânea de projetos em diferentes frentes, com presença em várias zonas da cidade.
Estratégia mira nova economia
O lançamento do Parque Tecnológico reforça a estratégia de transição de Manaus para um modelo de desenvolvimento baseado na economia do conhecimento.
A proposta conecta revitalização urbana com inovação, criando condições para atrair investimentos, gerar empregos qualificados e estimular o surgimento de novos negócios.
Com isso, o Centro Histórico passa a ser visto não apenas como patrimônio cultural, mas como um espaço-chave para o futuro econômico da capital amazonense.
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