Família de Ângela Bulbol diz que vai processar ex-diretora do Detran-AM por atropelamento e morte da educadora
Parentes cobram responsabilização cível e criminal após atropelamento em Manaus.

(Foto: Divulgação)
Resumo
Família de Ângela Bulbol anuncia medidas judiciais contra ex-diretora do Detran-AM após atropelamento em condomínio de Manaus; Polícia Civil investiga o caso.
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Notícias do Amazonas – A família da professora e ex-secretária de Administração do Amazonas, Ângela Bulbol, anunciou que irá processar a ex-diretora do Departamento Estadual de Transito do Amazonas, Mônica Melo, apontada como condutora do veículo que atropelou a educadora dentro do condomínio Ephigênio Salles, na zona centro-sul de Manaus.
Em comunicado distribuído à imprensa, os familiares informaram que um Boletim de Ocorrência já foi registrado e que as medidas judiciais serão adotadas nas esferas cível e criminal. A família afirma estar profundamente abalada, mas determinada a buscar a responsabilização da condutora “nos termos da lei”.
No texto, há um recado direto quanto ao fato de a investigada já ter ocupado cargo público. Os parentes reforçam que confiam nas instituições, porém exigem que o caso seja conduzido com transparência, celeridade e rigor, independentemente de qualquer função anteriormente exercida.
Dinâmica do acidente e apuração policial
O atropelamento ocorreu na tarde da última sexta-feira (20). Informações preliminares apontam que o veículo, conduzido por Mônica Melo, teria atingido Ângela logo após passar por uma lombada dentro do condomínio. Com o impacto, a professora caiu e sofreu forte trauma na região posterior da cabeça.
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Ela foi socorrida inicialmente ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio e, posteriormente, transferida para a rede particular, onde passou por cirurgia na cabeça e permaneceu internada em estado gravíssimo.
A Policia Civil do Amazonas instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso. Equipes seguem realizando diligências, colhendo depoimentos e reunindo elementos técnicos que possam esclarecer a dinâmica do atropelamento e eventual responsabilidade penal.
Mobilização e desfecho
No sábado (21), após a circulação de boatos sobre morte encefálica, a família veio a público desmentir a informação e confirmou que Ângela seguia lutando pela vida. Amigos e vizinhos organizaram uma corrente de orações pela recuperação da educadora.
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Na noite de domingo (22), no entanto, a família confirmou oficialmente a morte de Ângela Bulbol. O falecimento marca um novo capítulo no caso, que agora deverá avançar também sob a perspectiva de possíveis enquadramentos criminais mais graves, a depender da conclusão das investigações.
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