Família pede investigação sobre acidente com viatura da ROCAM e rebate acusações contra motorista em Manaus
Parentes das vítimas afirmam que o condutor não dirigia embriagado, contestam informações divulgadas nas redes sociais e cobram apuração das circunstâncias da colisão na Avenida Autaz Mirim.

FOTO: Reprodução
Resumo:
- Acidente: Casal morreu após o carro em que estava ser atingido por uma viatura da ROCAM na Avenida Autaz Mirim.
- Contestação: Familiares negam que o motorista estivesse embriagado.
- Investigação: Família pede apuração da Corregedoria e dos órgãos competentes sobre a dinâmica da colisão.
- Argumento: Segundo os parentes, imagens de câmeras de segurança mostram que a conversão foi realizada de forma regular.
Notícias de Manaus – Em meio ao velório de Elcione Carvalho, de 53 anos, e Everaldo Irineu, de 55, familiares contestaram a versão de que o filho do casal, motorista do veículo, estaria sob efeito de álcool no momento do acidente ocorrido na madrugada de domingo (28), na Avenida Autaz Mirim, zona Leste de Manaus.
Os parentes afirmam que informações divulgadas nas redes sociais não correspondem ao que, segundo eles, é mostrado por imagens de câmeras de segurança e defendem uma investigação completa sobre a ocorrência.
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Como teria ocorrido a colisão?
De acordo com Diego, sobrinho das vítimas, o motorista realizou a conversão para acessar a via principal utilizando a sinalização adequada.
Segundo ele, a viatura das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (ROCAM) trafegava em alta velocidade e estaria apenas com os sinais luminosos ligados, sem o acionamento do dispositivo sonoro.
A família sustenta que o impacto ocorreu na parte traseira do veículo quando ele já havia iniciado a conversão.
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Por que o motorista recusou o teste do bafômetro?
Os familiares afirmam que a recusa em realizar o teste de alcoolemia ocorreu porque o condutor estava em estado de choque logo após o acidente.
Segundo os parentes, ele havia acabado de presenciar a morte da mãe, o pai estava gravemente ferido e sua esposa também precisou ser socorrida com lesões graves.
A família ressalta que a decisão de não realizar o teste ocorreu em meio ao desespero provocado pela tragédia e critica julgamentos precipitados sobre uma suposta embriaguez.
O que a família pede?
Os parentes defendem que a Corregedoria da Polícia Militar e os demais órgãos responsáveis apurem detalhadamente as circunstâncias da colisão.
Eles afirmam que o objetivo não é antecipar conclusões, mas esclarecer fatores como a velocidade da viatura, os procedimentos adotados durante o deslocamento e a dinâmica do acidente.
Contexto
O acidente aconteceu na Avenida Autaz Mirim e resultou na morte de Elcione Carvalho, que faleceu ainda no local, e de Everaldo Irineu, que chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. A esposa do motorista permanece internada. O caso segue sob investigação das autoridades, que irão apurar as responsabilidades pelo acidente.
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