Flanelinhas protestam na CMM após vereador denunciar extorsão da categoria contra motoristas
Flanelinhas cobraram que o parlamentar interceda em favor da categoria e apresentasse uma medida que beneficie a classe.
- (Reprodução/Redes Sociais)
Notícias de Manaus – Após denúncias de cobranças abusivas, flanelinhas foram até a Câmara Municipal de Manaus (CMM) nesta terça-feira, 16, para requerer uma solução do vereador Rodrigo Guedes (PP) sobre a atividade que exercem nas ruas da capital. Durante o protesto, eles reivindicaram que o parlamentar interceda em favor da categoria e apresentasse uma medida que beneficie a classe.
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Os flanelinhas, contudo, foram rebatidos por Rodrigo Guedes, que usou as redes sociais para classificar a prática como extorsiva e ilegal, especialmente quando envolve valores altos para estacionamentos em locais públicos.
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“Pra começar o dia: eis que os flanelinhas resolveram ir hoje na CMM me cobrar por uma solução que não cabe a mim dar e não vou dar. É só pararem de exigir que o cidadão pague por algo que não quer e não deve pagar e tá tudo bem!”, afirmou Guedes.
Segundo o vereador, a atividade deixou de ser um serviço voluntário e passou a se transformar em imposição. “Quando era um negócio saudável, que perguntavam: ‘posso reparar seu carro aí, meu patrão?!’ era menos mal! Agora é: ‘é 20 pra parar aqui!’. Aí não dá! Exigir 20, 30 e até 50 reais pra estacionar em local público não é trabalho!”, criticou.
Cartazes com erros e ironia
Guedes também destacou os cartazes exibidos pelos flanelinhas durante a manifestação, que continham a palavra “samos” no lugar de “somos”. “Curiosamente, tem dois cartazes escritos ‘samos’. Um ‘samos’ logo depois do ‘somos’. Erro proposital?!”, questionou.
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“Clamor da população”
O parlamentar reforçou que a reclamação não é pessoal, mas sim um clamor da população. “Nada pessoal, isso é um clamor da população, não meu!”, disse.
Guedes ainda apontou que, caso os flanelinhas queiram se legalizar, devem seguir o processo legislativo. “Querem se legalizar: peçam pra um vereador apresentar um projeto de lei e aprovar! Vivemos num Estado democrático de direito!”, concluiu.
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