Fracasso retumbante: Protesto contra prefeito de Manaus David Almeida reúne meia dúzia de ‘gatos pingados’
Vereadores da oposição ligados ao PL tentaram impulsionar a mobilização, mas a iniciativa não surtiu o efeito esperado.
- Foto: reprodução
Notícias de Manaus – Na tarde desta sexta-feira (25), uma manifestação organizada por opositores do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), terminou em um retumbante fracasso. Com o objetivo de pressionar pela saída do gestor municipal e alegar supostos motivos para um impeachment — como o recente reajuste na tarifa do transporte coletivo — o ato reuniu pouco mais de uma dezena de pessoas em dois pontos estratégicos da cidade: a avenida Djalma Batista e a frente da sede da Prefeitura, na avenida Brasil, na zona Oeste de Manaus.
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Apesar da expectativa gerada entre os organizadores e apoiadores políticos ligados ao Partido Liberal (PL), o protesto teve adesão mínima. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram pequenos grupos dispersos e com faixas em mãos, tentando chamar atenção da população. O número reduzido de manifestantes levou à clássica expressão popular “gatos pingados”, utilizada para designar reuniões com público muito pequeno.
Os vereadores Coronel Rosses e Capitão Carpê, ambos do Partido Liberal (PL), tentaram impulsionar a mobilização, mas a iniciativa não surtiu o efeito esperado. A baixa adesão escancarou a fragilidade do movimento e acendeu um sinal de alerta para os articuladores políticos que esperavam usar o protesto como vitrine para desgastar a imagem do prefeito junto à opinião pública.
Diante do esvaziamento do ato, os organizadores buscaram justificar o fracasso com uma série de explicações. A chuva que atingiu a cidade no início da tarde, o trânsito intenso nas principais vias de Manaus e até mesmo a presença da Guarda Municipal — que apenas fazia a segurança na frente da sede da Prefeitura — foram apontados como obstáculos para o sucesso da manifestação.
Após a repercussão negativa, internautas ironizaram o protesto nas redes sociais, classificando a ação como “mico” e “vergonha alheia”. Para muitos, a tentativa dos parlamentares de ganhar protagonismo político acabou expondo ainda mais a falta de apoio popular às suas iniciativas.
O fiasco deixa claro o isolamento dos vereadores, que agora precisam lidar não apenas com o insucesso da manifestação, mas também com o desgaste de imagem provocado pela repercussão nas plataformas digitais.
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