Gestão de Wilson Lima é cobrada por falta de sedativos nos hospitais públicos de Manaus

Segundo deputado, pessoas estão morrendo pela negligência de uma pessoa que está gastando todo o dinheiro público.

Redação AM POST

Grandes hospitais de Manaus como HPS 28 de Agosto, João Lúcio e Platão Araújo já estão sem tomógrafos, considerados fundamentais para diagnóstico por imagens de doenças e identificação de fraturas, tumores e outros males, agora não há sedativos para exames nos hospitais públicos. A denúncia foi feita pelo deputado Dermilson Chagas (Podemos) no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), na manhã desta terça-feira (15).

“E agora recebo a notícia de que não há sedativos para a realização de exames. Isso é outro crime, esse governo não dá a mínima para o povo do nosso estado. Pessoas estão morrendo pela negligência de uma pessoa que está gastando todo o dinheiro público para continuar no cargo porque o Supremo Tribunal Federal e a própria Polícia Federal estão na cola”, denunciou.

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Dermilson ainda ressalta que obteve acesso ao número de pessoas que estão na espera de uma cirurgia. O parlamentar afirma que houve um crescimento estarrecedor e critica o governador Wilson Lima pela falta de medidas emergenciais. “O governador sequer fez uma política pública para diminuir as filas. Não tem nada, somente reformas básicas com suspeitas de superfaturamento. É lamentável e até desumano o que este governo faz com a população do Amazonas, que quando mais precisa dos serviços básicos de saúde, o que encontra é essa calamidade e descaso”, afirmou.

O deputado estadual Wilker Barreto (Podemos) fez um apelo no sábado (12), para que o Governo do Amazonas utilize a rede privada para realização de exames de tomografia a pacientes do Estado. “Eu gostaria de fazer um apelo ao governador, vão para a rede privada e salvem as vidas dos nossos irmãos. Neste exato momento, estão morrendo pessoas no 28 de Agosto, João Lúcio e Platão Araújo porque não tem tomógrafos, não pode uma pessoa com derrame esperar mais de 24 horas para fazer um exame de imagem, isso é o tempo entre a vida e a morte ou sequelas irreversíveis”, pediu Wilker.