Homem cobra justiça por morte de grávida: “Minha esposa morreu por um buraco”
O protesto escancarou a revolta pela morte trágica de uma mulher grávida, vítima de um acidente fatal no dia 22 de junho de 2025.
- Foto: Reprodução
Notícias de Manaus – Uma faixa comovente e de forte impacto foi estendida em uma passarela de Manaus nesta semana, dando voz à dor e à indignação de uma família. A mensagem dizia: “Minha esposa grávida morreu por causa de um buraco, o prefeito só tapou no dia do velório”, seguida de um apelo por justiça e responsabilidade: “Queremos a CPI do Asfalto”.
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O protesto escancarou a revolta pela morte trágica de uma mulher grávida, vítima de um acidente fatal no dia 22 de junho de 2025. Ela não resistiu aos ferimentos após cair em uma cratera localizada em via pública, cuja falta de manutenção teria sido decisiva para o desfecho fatal.
A dor da família se agravou com a ação tardia da Prefeitura de Manaus, que tapou o buraco apenas no dia seguinte ao acidente — justamente no dia do velório da vítima. O fato gerou comoção popular e críticas contundentes à gestão municipal. Segundo nota oficial, a prefeitura alegou que o reparo já estava incluído em um cronograma de manutenção da cidade, o que revoltou ainda mais os moradores.
Um laudo técnico, produzido pelo Instituto de Criminalística do Amazonas e assinado pelo perito criminal Adison de Jesus dos Santos, foi finalizado em 9 de julho. O documento reforça que o acidente ocorreu em decorrência das más condições da pista.
Familiares e moradores exigem a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis negligências relacionadas à conservação do asfalto em Manaus e cobrar medidas efetivas que evitem novas tragédias.
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