“Mataram minha filha dentro de hospital da Hapvida”, diz mãe em denúncia a negligência médica em Manaus
Família acusa Hapvida de negligência em morte de farmacêutica que sofreu até a morte esperando por cirurgia de pedra na vesícula.
Redação AM POST*
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A farmacêutica, Pâmela Mikaely, de 31 anos, morreu na última sexta-feira (10/02) no Hospital Rio Negro da Hapvida, na Zona Sul de Manaus, onde ficou internada devido fortes dores abdominais causadas por pedra na vesícula e familiares denunciam negligência. A mãe da mulher, Miraci Firmino da Silva, pede Justiça pela morte da filha e fala que o hospital da rede de saúde é um “matadouro”.
“Mataram minha filha dentro de Hospital Rio Negro da Hapvida. Eu quero que esse matadouro seja fechado! “, disse a mulher.
De acordo com a família, Pâmela sofria com dores desde novembro do ano passado e passou diversas vezes por médicos da rede de saúde, sendo receitadas apenas medicações para dor o que fez com que a pedra na vesícula evoluisse para uma pancreatite. No último dia 5 de fevereiro, ainda sentindo fortes dores, ela foi internada, mas não conseguiu que a cirurgia fosse realizada e morreu cinco dias depois.
Ainda segundo os familiares Pâmela, passou uma semana de negligência médica esperando por uma cirurgia que nunca aconteceu. A diretoria do hospital apresentou relatório afirmando que a paciente chegou a passar por um cirurgião, o que é desmentido pelos parentes.
Os familiares pedem Justiça.
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