Menina de 2 anos é hospitalizada com perna fraturada e família levanta suspeita de agressão em Manaus
Parentes afirmam que criança já teria apresentado outros sinais de violência e apontam a própria mãe como suspeita; caso ainda não foi confirmado pela polícia.
- A avó paterna encontrou a bebê de 2 anos com uma fratura na perna e acionou as autoridades por suspeita de agressão.
- Parentes afirmam que não seria o primeiro episódio e indicam a mãe como principal suspeita, embora não haja confirmação oficial.
- A denúncia será analisada pela DEPCA, com possível acompanhamento do Conselho Tutelar, enquanto a polícia investiga se houve crime e quem seria responsável.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias do Brasil- Uma situação chamou a atenção dos familiares de uma bebê de 2 anos de idade no bairro Novo Aleixo, Zona Norte de Manaus, depois que a avó paterna teria encontrado a menina ferida dentro de casa.
Segundo os parentes, a criança chorava e apresentava uma lesão na perna. A avó teria levado a menina para atendimento médico, onde foi constatada a fratura.
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A família decidiu procurar as autoridades diante da suspeita de que a lesão poderia ter sido provocada por uma agressão.
Parentes dizem que não seria o primeiro episódio
O caso ganhou contornos ainda mais preocupantes após familiares relatarem que a menina já teria apresentado outros sinais que levantaram suspeitas de violência anteriormente.
Os parentes afirmam que a mãe seria a principal suspeita. Até agora, entretanto, não há confirmação oficial de que ela tenha cometido a agressão.
O que aconteceu com a criança depois da denúncia?
Após o episódio, familiares buscaram medidas para garantir que a menina permanecesse em segurança.
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A avó paterna também estaria preocupada com a possibilidade de a criança deixar Manaus antes da conclusão das apurações.
O pai da menina, conforme os familiares, estava fora da capital amazonense a trabalho, em Boa Vista, quando o episódio teria acontecido.
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Caso pode parar na DEPCA
A denúncia deverá ser analisada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que poderá reunir depoimentos, documentos médicos e outros elementos para esclarecer o que aconteceu.
O Conselho Tutelar também poderá ser acionado para acompanhar a situação e avaliar quais medidas de proteção são necessárias para a criança.
Até o momento, a Polícia Civil não confirmou oficialmente a ocorrência nem a autoria da suposta agressão. A investigação deverá determinar se houve crime e quem seria responsável pela lesão.
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