Motogirl dada como desaparecida concede entrevista pela primeira vez e revela motivo do sumiço em Manaus
O falso desparecimento da mulher mobilizou buscas de vários motoboys na região metropolitana de Manaus.
Notícias de Manaus – A motorista de aplicativo Fernanda Lima, dada como desaparecida desde domingo (9) fato que gerou mobilização de vários motoboys em Manaus, esclareceu que havia se ausentado por vontade própria. Fernanda contou, em entrevista ao portal Maskate, que decidiu se afastar por motivos pessoais, sem imaginar a repercussão que o sumiço teria.
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“Eu não sou uma pessoa que gosta de mídia ou de aparecer. Isso está totalmente fora do que imaginei viver um dia. Estou passando por um momento difícil e quis apenas me afastar um pouco da realidade, mas reconheço que errei por não ter avisado ninguém”, explicou. A motorista também pediu desculpas aos colegas que se mobilizaram nas buscas: “Quero pedir perdão a todos que se movimentaram e fizeram paralisações por mim. Nunca quis causar esse transtorno.”
A motogirl que havia sido dada como desaparecida mobilizou dezenas de motociclistas em Manaus. Após a suposta localização do celular ter circulado em grupos de WhatsApp e perfis no Instagram, colegas de profissão percorreram estradas e ramais até Iranduba, na região metropolitana, em busca de notícias. A repercussão gerou ampla comoção entre os trabalhadores de aplicativo.
Na noite de segunda-feira (10), o desaparecimento de Fernanda tomou conta das redes sociais e grupos de motoboys, levando à formação de equipes voluntárias de resgate. Já perto do fim da noite, a informação de que Fernanda havia sido localizada trouxe alívio, mas também surpresa quanto ao motivo do sumiço.
No entanto, o episódio ganhou um novo contorno quando um homem foi falsamente acusado nas redes sociais de ter roubado a moto da motorista. Em áudios e publicações, ele negou qualquer envolvimento e relatou que estava sendo alvo de ameaças.
“Eu não fiz nada de errado. Não roubei moto nenhuma. Pegaram a minha família, que não tem nada a ver com isso. Estou trabalhando em Manacapuru, ajeitando um galpão, mexendo com ferro. Todo mundo sabe que eu vivo de solda. Não estou na vida errada”, disse o homem, visivelmente abalado.
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