Polícia identifica três suspeitos de agredir mãe de criança autista em shopping de Manaus
Imagens e depoimentos de monitoras são analisados pela investigação.
- A Polícia Civil identificou três suspeitos de envolvimento nas agressões — Suzana Carpinteiro Pereira, Wanessa Kamila de Souza (mãe e filha) e Williams Kaio de Souza Almeida — com Williams apontado como responsável por enforcar a vítima; Suzana e Wanessa também são investigadas.
- Imagens do Amazonas Shopping estão sendo analisadas pela polícia para reconstruir a sequência dos acontecimentos dentro do parque infantil, contrárias à versão dos suspeitos de que o filho autista da vítima teria atacado o filho de Wanessa.
- Monitoras do espaço infantil foram ouvidas e não confirmaram a versão de que a criança autista agrediu o outro menino, e o inquérito pode resultar em indiciamento por lesão corporal grave.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus – A Polícia Civil identificou três pessoas suspeitas de envolvimento nas agressões contra a mãe de uma criança autista, ocorridas no dia 1º de agosto, em um parque infantil do Amazonas Shopping, em Manaus.
Segundo informações da investigação, foram identificadas as dentistas Suzana Carpinteiro Pereira e Wanessa Kamila de Souza, mãe e filha, além do microempresário Williams Kaio de Souza Almeida.
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De acordo com a apuração policial, Williams é apontado como responsável por ter enforcado a vítima durante a confusão. Suzana e Wanessa também são investigadas por participação nas agressões.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que reúne depoimentos e imagens do circuito de segurança para esclarecer as circunstâncias do episódio e individualizar as condutas dos envolvidos.
Imagens do Amazonas Shopping são analisadas pela polícia
Imagens cedidas pelo Amazonas Shopping passaram a integrar a investigação e são utilizadas pela Polícia Civil para reconstruir a sequência dos acontecimentos dentro do parque infantil.
Os registros, segundo informações obtidas durante a apuração, contrariam a versão apresentada pelos suspeitos sobre o que teria provocado a confusão.
A alegação apresentada após o episódio era de que o filho autista da mulher agredida teria atacado o filho de Wanessa Kamila antes das agressões.
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Monitoras negaram agressão atribuída à criança autista
Monitoras que trabalhavam no espaço infantil foram ouvidas pela Polícia Civil e, segundo a apuração, não confirmaram a versão de que a criança autista teria agredido o outro menino.
Os depoimentos das funcionárias, juntamente com as imagens do estabelecimento, são considerados elementos importantes para a investigação sobre a origem da confusão e as agressões registradas posteriormente.
Suspeitos podem ser indiciados por lesão corporal grave
A Polícia Civil deve concluir a análise dos elementos reunidos no inquérito para definir o indiciamento e a responsabilização individual de cada investigado.
A apuração aponta para a possibilidade de indiciamento por lesão corporal grave, mas o enquadramento definitivo dependerá da conclusão da investigação policial.
Até a conclusão do inquérito e eventual decisão judicial, os três identificados são considerados investigados, sem condenação pelos fatos narrados.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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