Primeira Dama Thaisa Cidade destaca informação como ferramenta de proteção às mulheres na abertura do Agosto Lilás em Manaus
Abertura da campanha aconteceu no Parque Rio Negro e marca os 20 anos da Lei Maria da Penha, com ações de conscientização, acolhimento e fortalecimento da rede de proteção.
- A abertura da campanha Agosto Lilás ocorreu no Parque Rio Negro, em Manaus, marcando os 20 anos da Lei Maria da Penha com ações de conscientização, acolhimento e fortalecimento da rede de proteção.
- Ao longo de agosto, a Sejusc promoverá ações itinerantes, palestras e atividades de conscientização para ampliar o acesso das mulheres a informações sobre direitos e aos canais de denúncia, acolhimento e atendimento.
- No primeiro semestre de 2026, a rede estadual registrou 6.795 atendimentos técnicos, sendo 5.150 na assistência especializada para violência doméstica (aumento de 10,9%), e a Casa Abrigo CAANP teve 27 acolhimentos emergenciais.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus- A primeira-dama e presidente de honra do Fundo de Promoção Social (FPS), Thaisa Cidade, participou nesta sexta-feira (7) da abertura da programação do Agosto Lilás, campanha de enfrentamento à violência contra a mulher.
O evento ocorreu no Parque Rio Negro, no bairro São Raimundo, zona Oeste de Manaus, e foi promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc).
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Quais ações serão realizadas durante o Agosto Lilás?
Ao longo de agosto, a Sejusc realizará ações itinerantes, palestras educativas e atividades de conscientização em diferentes pontos.
A proposta é ampliar o acesso das mulheres à informação sobre seus direitos e divulgar os canais disponíveis para denúncia, acolhimento e atendimento especializado.
Para Thaisa Cidade, levar informação às mulheres é uma das formas de fortalecer a rede de proteção.
“Quando a mulher conhece seus direitos e sabe onde buscar ajuda, ela se sente mais segura para romper o ciclo da violência e procurar apoio.”
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Como está o atendimento às mulheres no Amazonas?
Dados apresentados durante a programação mostram que a rede estadual realizou 6.795 atendimentos técnicos no primeiro semestre de 2026.
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Somente a assistência especializada para mulheres em situação de violência doméstica contabilizou 5.150 atendimentos, aumento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2025.
A Casa Abrigo Antônia Nascimento Priante (Caanp), que mantém endereço sigiloso para preservar a segurança das vítimas, também registrou aumento nos acolhimentos emergenciais, passando de 18 para 27 casos no comparativo entre os primeiros semestres de 2025 e 2026.
O que mudou com a Lei Maria da Penha?
Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei nº 11.340 completa 20 anos em 2026 e estabeleceu mecanismos específicos de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
A legislação reconhece cinco formas de violência:
- Física: agressões e lesões corporais;
- Psicológica: ameaças, humilhação, controle e isolamento;
- Sexual: atos sexuais sem consentimento;
- Patrimonial: retenção ou destruição de bens, documentos e recursos;
- Moral: calúnia, difamação e injúria.
A lei também criou as Medidas Protetivas de Urgência, que podem determinar, entre outras medidas, o afastamento do agressor do lar e a proibição de aproximação da vítima.
Onde denunciar violência contra a mulher?
Denúncias e orientações podem ser solicitadas pelo Disque 180.
Em situações de emergência ou quando houver risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190.
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Declaração de Transparência
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