Réus acusados de matar integrante de facção rival são condenados a mais de 19 anos de prisão em Manaus
O julgamento foi realizado pela 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus.
- Foto: Divulgação
Notícias de Manaus-Gilvan Oliveira dos Reis e Lucas Rodrigues Printes foram condenados a mais de 19 anos de prisão cada um, pela morte de Rodrigo Nascimento Monteiro. O julgamento dos réus aconteceu na terça-feira (07/11), na 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus.
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Durante a fase de instrução processual, Gilvan preferiu ficar em silêncio enquanto Lucas negou a autoria do crime. Ambos foram denunciados pelo Ministério Público do Amazonas e pronunciados pela Justiça pelo crime de homicídio qualificado.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, Gilvan, Lucas e mais dois indivíduos não identificados, foram até a casa de Rodrigo e, ao desembarcar do veículo em que chegaram ao local, desferiram vários tiros contra a vítima, que, ferida, foi levado ao Hospital Platão Araújo, onde permaneceu com vida até o dia 19 de janeiro do ano seguinte, data em que faleceu em decorrência dos ferimentos. Consta dos autos que, antes da morte, Rodrigo avisou ao irmão quem seria o autor dos disparos.

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De acordo com o MP, o crime foi cometido por motivo torpe e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A denúncia alega que Rodrigo Nascimento Monteiro foi morto por pertencer a uma facção criminosa rival à dos réus.
Durante o julgamento, Gilvan Oliveira teve como sua advogada a defensora dativa Maria Fernanda Aguiar Amazonas, enquanto Lucas Printes foi defendido pelo advogado Yury Croiff dos Santos Thury.
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Após os debates entre as defesas dos réus e o Ministério Público, o Conselho de Sentença votou pela condenação dos réus, acolhendo a tese apresentada pelo MP. Os jurados entenderam que Gilvan e Lucas eram responsáveis pela morte de Rodrigo Nascimento Monteiro.
Com a condenação, Gilvan Oliveira dos Reis e Lucas Rodrigues Printes receberam uma pena de 19 anos e três meses de prisão cada um. Ainda cabe recurso da sentença, mas Gilvan, que já está preso, não obteve o benefício de recorrer em liberdade. Lucas teve mandado de prisão expedido.
Redação AM POST*
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