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Reviravolta: Advogada é indiciada por extorsão contra advogado Charles Garcia acusado de estupro em Manaus

A defesa de Adriane Magalhães contestou o indiciamento, afirmando que a advogada não foi notificada oficialmente.

Por Natan AMPOST

21/05/2025 às 14:09 - Atualizado em 21/05/2025 às 14:19

  • A advogada Adriane Cristine Cabral Magalhães foi indiciada pela Polícia Civil do Amazonas por extorsão, acusada de tentar obter R$ 500 mil para abafar uma denúncia de estupro contra o advogado Charles Garcia.
  • Provas como gravações, mensagens e atas notariais embasaram o indiciamento; a defesa de Adriane nega a acusação, reclama de vazamento de informações e alega falta de notificação oficial.
  • O caso de extorsão segue sob investigação, assim como a denúncia de estupro contra Charles Garcia, que será analisada separadamente.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias de Manaus – A Polícia Civil do Amazonas indiciou a advogada Adriane Cristine Cabral Magalhães pelo crime de extorsão, previsto no artigo 158 do Código Penal Brasileiro. O indiciamento, formalizado no Inquérito Policial nº 0131537-70.2025.8.04.1000, foi confirmado na última quinta-feira (15), e tem como vítimas o também advogado Francisco Charles Cunha Garcia Júnior e sua esposa Juliana Chaves Coimbra.

Veja documento completo: RELATORIO FINAL PC-AM

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Charles Garcia é sobrinho do ex-prefeito de Parintins, Frank Bi Garcia (PSD). O caso ganhou repercussão após o advogado ter sido denunciado por estupro, em abril deste ano, pela ex-recepcionista Marcella Nascimento Pinto, de 34 anos, que trabalhou em seu escritório localizado na Zona Centro-Sul de Manaus. A advogada Adriane Magalhães atuava como defensora da denunciante no processo.

No entanto, a reviravolta no caso ocorreu após Garcia acusar a advogada de tentar utilizar a denúncia para obter vantagem financeira ilícita. Segundo ele, Adriane teria exigido R$ 500 mil para “abafar o caso”, o que motivou a abertura de investigação paralela no 16º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

As autoridades reuniram provas materiais contundentes, como gravações de conversas, trocas de mensagens e atas notariais, que demonstram a tentativa de extorsão. Diante do conjunto probatório, a Polícia Civil concluiu o inquérito com o indiciamento da advogada.

Leia mais: Secretária denuncia advogado por abuso sexual dentro do escritório onde trabalhava

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Em nota, Charles Garcia reforçou sua confiança na Justiça e nas instituições responsáveis pela apuração dos fatos. “Jamais cedi e nem cederei às intimidações. Reafirmo total confiança na atuação da Polícia Civil, do Ministério Público e do Poder Judiciário do Amazonas”, declarou.

A delegada do 16° Distrito Integrado de Polícia (DIP) Grace Louisa Souza Jardim apontou, que há indícios suficientes da prática de extorsão pela advogada Adriane Cristine.

Outro lado

A defesa de Adriane Magalhães contestou o indiciamento, afirmando que a advogada não foi notificada oficialmente e não figura como parte em nenhuma ação penal. Em nota, os advogados classificaram a divulgação do indiciamento como um “vazamento de informações” e anunciaram que adotarão medidas legais para identificar os responsáveis pela suposta quebra de sigilo.

É importante destacar que não houve, até o presente momento, qualquer notificação oficial às partes interessadas sobre eventual indiciamento. Além disso, causa estranheza e preocupação a divulgação de informações oriundas de procedimento que, em tese, tramita sob sigilo, contrariando princípios básicos do devido processo legal, da presunção de inocência e do respeito às garantias fundamentais. A exposição seletiva e descontextualizada de dados, ainda que não confirmados, gera grave prejuízo à imagem e honra da profissional, além de afrontar o Estado Democrático de Direito”, diz a nota.

O caso segue sob apuração. A denúncia de estupro contra Charles Garcia também continua tramitando e será analisada separadamente.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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