Vídeo de arraia fisgada na orla do São Raimundo viraliza em Manaus
Cena surpreendeu frequentadores pela proximidade do animal com a margem em uma área urbana bastante movimentada da zona oeste.
Resumo:
O flagrante: Um vídeo que mostra uma arraia sendo fisgada durante uma pescaria na orla do bairro São Raimundo, na zona oeste de Manaus, ganhou forte repercussão nas redes sociais.
Localização: O episódio aconteceu às margens do Rio Negro, em um trecho urbano muito frequentado por moradores e visitantes.
Devolvida à natureza: O autor do registro confirmou que o animal foi retirado do anzol com cuidado e devolvido ao rio logo em seguida.
Alerta: Especialistas reforçam a necessidade de atenção redobrada em áreas rasas, já que as arraias de água doce costumam se camuflar no fundo do rio.
Notícias de Manaus – O flagrante ocorreu durante uma pescaria convencional na orla do São Raimundo. O responsável pelo registro em vídeo, Neemias Rocha, filmava a atividade quando um dos pescadores locais começou a recolher a linha e percebeu o peso incomum. Ao puxar o material para perto da superfície, o grupo foi surpreendido ao notar que se tratava de uma arraia.
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O vídeo chamou a atenção dos internautas manauaras justamente pelo fato de o animal de água doce estar em uma área rasa e colada à margem, uma região de calçadão constantemente utilizada pela comunidade para lazer.
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O que aconteceu com o animal após ser retirado do Rio Negro?
Assim que identificaram o felpudo habitante amazônico preso à linha, os pescadores agiram rapidamente para evitar ferimentos tanto ao animal quanto a eles mesmos. O grupo realizou o manejo, retirou o anzol e soltou a arraia de volta ao seu habitat natural no Rio Negro.
Detalhes técnicos específicos, como o tamanho exato do espécime, o peso ou a espécie exata da arraia, não foram mapeados ou divulgados. Também não há informações detalhadas sobre o tempo total em que o bicho ficou preso antes de ser liberado.
Quais são os cuidados necessários com arraias em praias e orlas de Manaus?
As arraias de água doce são membros nativos e fundamentais da fauna dos rios amazônicos, sendo avistadas com bastante frequência em diferentes trechos da bacia do Rio Negro. O grande perigo para os banhistas e pescadores é que esses animais possuem o hábito de ficar parcialmente enterrados na lama ou na areia em águas rasas, o que os torna praticamente invisíveis a olho nu.
Para evitar acidentes graves com o ferrão venenoso do animal, a orientação de biólogos é andar na água arrastando os pés no fundo (em vez de dar passos normais), o que espanta a arraia antes que alguém pise nela e dispare o mecanismo de defesa.
Pilar da Experiência Regional (E-E-A-T): O flagrante na orla do São Raimundo joga luz sobre a rica biodiversidade que resiste e convive diretamente com a poluição e o avanço urbano de Manaus. A orla do bairro, tradicional ponto de encontro na zona oeste, compartilha suas águas com espécies perigosas para o banhista desatento. A atitude correta dos pescadores em devolver o animal ao Rio Negro serve de exemplo prático de preservação da fauna urbana, combatendo o hábito nocivo de matar espécies nativas por medo ou desconhecimento de seu papel ecológico no ecossistema amazônico.
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